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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Cursos de Educação Ambiental Online no Apoema

Apoema Cursos On-line

Educação Ambiental

www.amigosdanatureza.net/apoema

Atendimento individualizado

A metodologia Apoema Cursos On-line é uma metodologia diferenciada que tem por base a construção de conhecimento própria do aluno, pelo ambiente virtual.

Todas as aulas ficam à disposição dos alunos, e cada um vai realizando as atividades e leituras conforme sua disponibilidade de tempo, tendo o prazo mínimo para concluir todas as aulas em três semanas e o prazo máximo de três meses. O acesso do aluno no ambiente do curso é todo monitorado. A sistemática é bem simples. Na medida em que o aluno vai fazendo as atividades propostas em cada aula: leituras, estudos, pesquisas, assistir a vídeos, tarefas, e completar a tarefa do caderno de atividades (correspondente a aula realizada) dentro do prazo estipulado, enviam-a para o ambiente virtual. Este material será visto pelo tutor que envia observações sobre o desenvolvimento do aprendizado apresentado. Concluída a primeira aula, a segunda é liberada, e assim sucessivamente durante todo o curso. Inicialmente estão à disposição três cursos:

CURSO - Educador Ambiental Escolar (EAE)

CURSO - Capacitação de Educação Ambiental em Documentos Referência (CEADR)

CURSO - Educação Ambiental nas Empresas e Aspectos Pedagógicos (EAEA)

Informações específicas quanto ao:

Início: Início imediato após pagamento.

Período: De acordo com possibilidades do aluno.

Tempo limite máximo para conclusão do curso: 3 meses

Tempo limite mínimo para conclusão do curso: 3 semanas

Carga horária: 60 horas

Quem pode cursar: Todas as pessoas que estejam engajadas nas questões
ambientais relacionadas à educação e capacitação, tanto atendendo crianças
como adultos, podem realizar os cursos.

Avaliação do desempenho do aluno: Receberá certificado o aluno que
evidenciar participação nas atividades propostas, na realização dos
exercícios, e atender prazos para a realização das atividades.

Atividades previstas:

- Atividades de leitura e interpretação de textos.

- Assistir a vídeos temáticos.

- Interação de notícias relevantes.

- Exercícios para melhor compreensão dos assuntos tratados

- Produção textual opinativa e reflexiva.

Conhecimento de informática: Ter conhecimentos básicos de internet (enviar e
receber e-mails, participar de fóruns), ter disponibilidade de tempo de, no
mínimo 4 horas semanais.

Certificado: Ao concluir o curso com sucesso será remetido o certificado de
participação, registrado na Apoema Cultura Ambiental

Custo: Cada curso terá o investimento de R$ 360,00. Este valor poderá ser
parcelado em até 3 vezes de R$ 120,00. O pagamento à vista terá 18% de
desconto, totalizando R$ 295,00.

Como se inscrever: Acesse http://www.amigosdanatureza.net/apoema

Faça o cadastro e crie sua senha.

Em seguida você estará recebendo boleto bancário por email para pagamento.

Cursos in company

A metodologia Apoema Cursos On-line oferece, também, a realização de cursos
in company, para empresas e instituições que desejam oferecer capacitação a
grupos. Serão formadas turmas específicas de no máximo 30 e no mínimo 15
participantes. Os cursos disponíveis para programas in company são:

CURSO - Educador Ambiental Escolar (EAE)

CURSO - Capacitação de Educação Ambiental em Documentos Referência (CEADR)

CURSO - Educação Ambiental nas Empresas e Aspectos Pedagógicos (EAEA)

Se alguma instituição desejar realizar atividades de capacitação em Educação
Ambiental com outra temática que não esteja contemplada nos cursos
disponíveis, esta poderá solicitar um planejamento personalizado para ser
desenvolvido dentro da metodologia proposta, sem custo adicional. Os preços
para turmas específicas serão reduzidos e devem ser solicitados

Responsáveis:

Berenice Gehlen Adams

Tutora dos cursos e Diretora da Apoema Cultura Ambiental. Coordenadora do
Projeto Apoema – Educação Ambiental

Daniel José Pegorer de Bem

Responsável pelo portal virtual Amigos da Natureza e criador responsável
pelo ambiente virtual do Apoema Cursos On-line

Maiores informações:

www.amigosdanatureza.net/apoema

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

LIXO QUE CRUZA FRONTEIRAS

Estudo realizado em parceria com British Antarctic Survey mostra que o lixo marinho já atinge áreas remotas da Antártida.

Voluntária realiza limpeza de praia em Salvador. ©Greenpeace/Lunaé Parracho

Voluntária realiza limpeza de praia em Salvador. ©Greenpeace/Lunaé Parracho

As notícias não são nada boas quando falamos da saúde ambiental do Oceano Antártico. De acordo com uma pesquisa desenvolvida entre 2007 e 2008 pelo Greenpeace e pela British Antarctic Survey, a região, apesar de não habitada pelo homem e de extrema importância para a vida marinha, já convive com lixo marinho.

Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de oceanos do Greenpeace, participou da expedição do MV Esperanza entre 2007 e 2008. Seu trabalho foi, dentre outras funções, coordenar a pesquisa sobre lixo marinho. Por meio da observação de objetos, foram coletados dados que informaram tipos de lixo e, em alguns casos, a sua origem.

De 69 itens avistados pelo navio Esperanza, 43% eram materiais plásticos e dos 59 itens observados pelo navio RRS James Clark Ross (também envolvido na pesquisa) 41% também eram plásticos. “Encontramos restos de materiais de pesca, muitas caixas e micropartículas plásticas”, conta Leandra. Diferentemente do que ocorre em outras regiões, as sacolas plásticas não foram vistas em grande quantidade. Os dados da pesquisa serão publicados na edição de agosto na revista “Marine Environmental Research“.

Muita gente já ouviu falar sobre as “ilhas de plástico” em nossos oceanos. No norte do Oceano Pacífico, há uma área do tamanho do Texas onde se estima que, para cada quilo de plâncton, existam seis quilos de lixo plástico. A presença desse tipo de dejeto nos oceanos causa problemas ainda maiores do que os já conhecidos impactos na fauna local.

Materiais plásticos têm grande capacidade de absorção de poluentes orgânicos persistentes (POPs), funcionando como verdadeiras “esponjas químicas”. Com isso, esse tipo de contaminação acaba atingindo áreas não-habitadas e que estariam teoricamente a salvo da poluição gerada pelo homem. As superfícies plásticas podem servir também como habitat para algumas espécies, transportando-as de um lugar a outro e ocasionando desequilíbrio em cadeias e dando origem muitas vezes a espécies invasoras.

O Greenpeace vem acompanhando de perto o avanço da poluição marinha. Em 2006, a expedição “Defendendo nossos oceanos” também apresentou resultados sobre os caminhos percorridos pelo lixo no mundo e sobre o estado dos oceanos.

Greenpeace Brasil

Sopa Plástica: o Lixão do Oceano Pacífico

http://www.youtube.com/watch?v=XwvYzmk-NjY&feature=player_embedded

Pesquisadores mostram que animais têm se alimentado de plástico. Correntes marítimas levam lixo da costa para o mar aberto. No maior oceano do planeta, uma sopa intragável, mistura de plástico, plâncton, lixo e alimento bóia a 1,6 mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí. Não se sabe exatamente seu tamanho, mas estimativas indicam que o lixão maritmo do Oceano Pacífico teria área maior que a soma dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás.

A poluição alcança um ambiente em que seres humanos raramente estão presentes, pela pouca quantidade de ilhas. O lixo cria anomalias, como a tartaruga que cresceu com um anel de plástico em volta do casco e mata os moradores do mar. Descoberta por acaso O capitão Charles Moore viajava pelo Pacífico, entre o Havaí e a Califórnia, quando resolveu arriscar um novo caminho. "Foi perturbador". Dia após dia não víamos uma única área onde não houvesse lixo. E tão distantes do continente, lembra o capitão. Como um descobridor nos tempos das navegações, Charles Moore foi o primeiro a detectar a massa de lixo. E batizou o lugar de Lixão do Pacífico.

Primeiro, viu pedaços grandes de plástico, muitos deles transformados em casa pros mariscos. Depois, quando aprofundou a pesquisa, o capitão descobriu que as águas-vivas estavam se enrolando no nylon e engolindo pedaços de plástico. Ele percebeu que mesmo onde parecia limpo, havia ejetos microscópicos, que estariam sendo ingeridos por organismos marinhos
minúsculos e até pelos maiores. Albatrozes, por exemplo, tinham um emaranhado de fios dentro do corpo. "Antes não havia plástico no mar, tudo era comida. Então os animais aprenderam a comer qualquer coisa que encontram pela frente. Você pode ver aqui que eles tentaram comer isso. Mas não conseguiram", diz o capitão.

Com a peneira na popa, o capitão e sua equipe filtram a sopa de plástico e fazem medições. Já descobriram, por exemplo, que 26% do lixo vem de sacolas de supermercado. Numa análise feita com 670 peixes, encontraram quase 1,4 mil fragmentos de plástico. São informações valiosas, fonte de pesquisa e argumentos pra grande denúncia de Charles Moore: "Gostaria que o mundo
inteiro percebesse que o tipo de vida que estamos levando, isso de jogar tudo fora, usar tantos produtos descartáveis.isso está nos matando.

Temos que mudar se quisermos sobreviver." Da praia para as águas profundas - Um gesto despreocupado, uma simples garrafa de plástico esquecida numa praia da Califórnia. Muitas vezes ela é devolvida pelas ondas e recolhida pelos garis. Mas grande parte do lixo plástico que é produzido nessa região acaba embarcando numa longa e triste viagem pelo Oceano Pacifico. Pode ser também depois de uma tempestade. O plástico jogado nas ruas é varrido pela chuva, entra nas galerias fluviais das cidades e chega até o mar ou vem de rios poluídos que desembocam no oceano. No caminho, os dejetos do continente se juntam ao lixo das embarcações e viajam até uma região conhecida como o Giro do Pacífico Norte.

Diversas correntes marítimas que passam às margens da Ásia e da Ámerica do Norte acabam formando um enorme redemoinho feito de água, vida marinha e plástico. Lixo encalhado - Em Kamilo Beach, uma praia linda e deserta de uma região quase desabitada do Havaí, há tantos dejetos marítimos que o lugar acabou virando um lixão a céu aberto. Basta procurar um pouquinho para descobrir a origem de tudo o que chega até a praia. Em um pedaço de
plástico, caracteres chineses. Uma bóia de pescadores, que provavelmente veio do Japão. Um pouco mais adiante, o pedaço de um tanque de plástico com ideogramas coreanos. O pior é que Kamilo Beach está mais de 1,5 mil quilômetros distante do Lixão do Pacífico, no extremo sudoeste da ilha de Hilo, no Havaí. A praia dificilmente vê um gari. E o plástico que chega
lentamente pelo mar vai ficando esquecido no paraíso. Há dois anos, depois que se mudaram para cá, Dean e Suzzane Frazer resolveram fazer de Kamilo um alerta planetário. Suzanne se pergunta: "Será que o governo japonês, por exemplo, sabe quanto plástico o Japão esta mandando para o Havaí?" Dean vem trazendo um galão que, sem dúvida, chegou da Ásia. Tem também tubo de shampoo usado nos Estados Unidos e sacos de plástico sabe-se lá de onde.

Agora, são só farrapos do mar. As mordidas impressas no plástico levaram os ambientalistas a mudar de alimentação. Eles afirmam que as toxinas estão se acumulando ao longo da cadeia alimentícia, fazendo com que os resíduos do plástico cheguem ao ser humano.

fonte: Programa Fantástico - TV Globo
Apoio: http://www.novaconsciencia.com.br

Quadrinhos ambientalistas


Luiz Paulo Vieira Ribeiro, cartunista e criador dos ECOMEN

O publicitário carioca Luiz Paulo Vieira Ribeiro talvez não seja conhecido nas rodas ambientalistas. Mas recentemente seu amor pelo desenho tem difundido uma mensagem diferente pelas redes sociais como o Facebook e o Twitter: "ambientalismo com humor". Um cartunista habilitoso, Ribeiro é o criador dos Ecomen, ou eco-homens (em tradução livre), um grupo de super heróis que protege as florestas, a atmosfera e a água. O vilão existe, é claro: o empresário WC Poluente, uma figura sem escrupúlos, bem longe de ser um praticante do que hoje se convencionou chamar "responsabilidade empresarial".

Em entrevista ao ((o))eco, Ribeiro contou um pouco sobre seus personagens. Revela como desde o início de sua empreitada com os Ecomen ele enfrenta a dificuldade de competir com a mídia dominante. Mas espera mudar jovens com seus desenhos, ter "uma legião de fãs e, daqui a vinte anos, ter toda uma geração realmente ambientalista, de dentro para fora."

Confira a entrevista e veja as tirinhas do Ecomen abaixo.

Conte sobre você, sua profissão, como começou a fazer ilustrações?
Luiz Paulo Vieira Ribeiro:
Sou publicitário, uma atividade de altíssimo risco e baixíssima remuneração. Diretor de arte. Tenho 53 anos. Comecei a desenhar muito pequeno e tento aprender até hoje.

Como surgiu a série Ecomen?
LPVR: Os Ecomen surgiram em 1991, em parceria com minha amiga Lis Ruiz, ela sim grande ilustradora. A idéia era lançar a revista e cinco animações em uma promoção patrocinada pela Brahma (Guaraná) a ser veiculada no programa da XUXA. Troque "x" embalagens de guaraná por uma revista...Isso na semana da Rio 92. O projeto chegou a ser aprovado e a verba cortada nas últimas horas. Não aconteceu e hoje penso que passados quase 20 anos poderia ter uma geração com mais de 30 anos, "ECOMENIZADA", evitando muita coisa estúpida que ainda ocorre. Mas a idéia não morreu.


O que espera com a série, você olha isso mais como uma jogada profissional ou um projeto paralelo?
LPVR: É a história de uma vida! Não sou ecologista, sou comunicador. Vejo a falta que faz um símbolo forte, um ícone, na luta pela preservação da natureza e vejo que passar isso para crianças é muito mais efetivo. Todas as iniciativas ambientalistas são muito importantes mas não chegam à massa, como a novela da Globo, como a Pucca, os Padrinhos Mágicos e o SHREK. Quero me dedicar, totalmente, aos Ecomen com o objetivo de torná-los conhecidos do grande público. Só assim conseguirei patrocínio para poder levá-los mais além. O além significa vê-los com uma legião de fãs e, daqui a vinte anos ter toda uma geração realmente ambientalista, de dentro para fora.


Você já publicou as tirinhas ou outros quadrinhos do Ecomen? Qual tem sido a resposta do público?
LPVR: Engraçado é que até hoje, só foi publicada uma tira no GLOBO eassim mesmo numa sessão específica TIRINHA DO LEITOR, há uns 15 ou 20 dias atrás. Após a publicação tentei contato com eles mandando outras tiras, escrevi para a editora do Planeta Terra, revista semanal encartada no GLOBO e eles simplesmente ignoram, nem dão recebimento no e-mail . A resposta do público não conheço. Quem vê me diz que acha bom (mas são suspeitos) e no Twitter tenho tido a melhor resposta até agora. É muito difícil fazer HQs e animações no Brasil, não faz parte da nossa indústria cultural. No início pensava que a relevância do tema os levaria ao sucesso incondicional, hojepenso que a relevância do tema é o que os mantém na escuridão. Interesses obscuros...talvez os W.C. da vida sejam quem mais entende o poder dos ECOMEN e os temem.


Você quer atingir crianças e adolescentes; fale um pouco mais sobre isso.
LPVR:
Todo mundo tem o seu SUPER HERÓI. Todos fomos influenciados por histórias que lemos na infância e adolescência. Crianças e adolescentes, têm a mente mais aberta. Introduzir conceitos ambientalistas em suas cabeças é muito mais possível que mudar o pensamento de madeireiros, garimpeiros e industriais que vivem e enriquecem poluindo e destruindo. A idéia inicial era que 20 anos após 1992, o mundo já estaria lotado de ambientalistas de coração. A causa é boa. Para reforçar a idéia, quando eu era jovem, fumar era glamouroso, elegante; hoje é sujo e execrável. Já pensou se os ECOMEN tivessem aparecido lá atrás, ainda no Século XX? Poderia ter acontecido! Tenho desenvolvido e apresentado diversos projetos a empresas e governos, participado de programas de patrocínio e tudo sempre voltado para o público infantil mas as pessoas não levam muito a sério. "Historina em quadrinhos é coisa de criança!". E é mesmo. Só que as crianças crescem...


por Gustavo Faleiros via http://www.oeco.com.br

segunda-feira, 1 de março de 2010

Cursos de Informação Ambiental em Niterói, RJ

REDE BRASILEIRA DE INFORMAÇÃO AMBIENTAL - REBIA
Cursos em Meio Ambiente e Sustentabilidade (Presenciais em Niterói, RJ)


INSCRIÇÕES ABERTAS. VAGAS LIMITADAS (primeiras 25 inscrições)

Palestra de abertura: A importância da educação e comunicação ambiental para a sustentabilidade: estudo de caso REBIA - Vilmar S. D. Berna – Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente, fundador da REBIA e editor da Revista do Meio Ambiente e do Portal do Meio Ambiente ( www.portaldomeioambiente.org.br )

→ Curso I: Comunicação Ambiental
- R$ 210,00 (à vista 10% desconto)
1. Meio ambiente: mudanças para evitar o colapso – Ementa: o estado do mundo; raízes da crise ambiental; mitos e verdades ambientais; ideologias, informação e meio ambiente; dez dicas práticas para a Comunicação ambiental; ações práticas em educação e comunicação ambiental – Estudo de caso da REBIA – Rede Brasileira de Informação Ambiental.

2. Pensamento ecológico: evolução das percepções – Ementa: Da teia da vida a vida da teia; Natureza e Trajetória Humana; redes, implicações e possibilidades, conceitos, sentimentos, modelos e metáforas, valor e afeto; sustentabilidade, um percurso possível para aproximação com a vida da teia; um estudo dessas redes – caso REBIA; consciência ou sensibilidade.

3. Comunicação Ambiental para oferecer novas opções de escolha – Ementa: Comunicação e educação ambiental; a internet, a educação e comunicação ambiental; comunicação e educação ambiental nas empresas; dez dicas práticas para a publicidade ambiental; a importância da mídia ambiental: estudo de caso - Revista e do Portal do Meio Ambiente.

4. O papel transformador de cidadãos conscientes rumo à sustentabilidade –Ementa: O cidadão e a questão ambiental na sociedade globalizada; o poder da lei contra o poder da força; liderança dos jovens – estudo de caso: Clube de Amigos do Planeta e Observatório da Cidadania Socioambiental; o que são políticas públicas e como os cidadãos podem e devem interferir para promover mudanças.

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→ Curso II: Educação Ambiental - R$ 210,00 (à vista 10% desconto)
1. Educação Ambiental para novos valores rumo à sustentabilidade – Ementa: Sociedade x Meio Ambiente?; A crise dos paradigmas e o sistema educacional; Educação Ambiental formal, não-formal e informal; Educação Ambiental como instrumento de gestão; Agenda 21 Global e Local; Agenda 21 Infantil; Agenda Habitat; Protagonismo social; Pesquisa e metodologia participativa; Mecanismos de mobilização comunitária; A participação do jovem; Ação individual e coletiva; O Terceiro Setor; A participação do Poder Público e da iniciativa privada; O Projeto ESCOLA AMIGA DO PLANETA.

2. O papel transformador de consumidores conscientes rumo à sustentabilidade – Ementa: O que é consumo consciente; ciclo de vida dos materiais; pegada ecológica; certificações e selos; análise de embalagens; obsolescência planejada; a ameaça das sacolas plásticas; produtos sustentáveis; dicas de como se tornar um consumidor mais consciente.

3. Coleta Seletiva e a reciclagem de Óleo Vegetal para Produção de Biodiesel –Ementa: A mitigação de problemas ambientais a partir da reciclagem de óleo vegetal; Práticas inadequadas de descarte na rede de esgoto e nos recursos hídricos; Destinação correta com aproveitamento para a geração de combustível limpo, biodegradável e economicamente viável.

4. Mudanças Climáticas e a nova sociedade de baixo carbono: oficina prática de compensação das emissões do curso - Ementa: o que são mudanças climáticas e quais os impactos já esperados para as próximas décadas; soluções para um novo mundo, de baixa ou nenhuma emissão de carbono; o papel estratégico da comunicação e da educação socioambiental na formação e mobilização de uma nova consciência de consumo e de cidadania, rumo a uma sociedade de consumo responsável e de baixo carbono; como a Empresa pode fazer a diferença diante do novo cenário de mudanças climáticas sem perder competitividade e ainda ajudar a gerar trabalho e renda para os excluídos; Oficina prática: técnica do inventário das emissões de carbono, tomando por estudo de caso a própria oficina

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→ Curso III: Gestão Ambiental
- R$ 210,00 (à vista 10% desconto)
1. Como administrar com consciência e responsabilidade socioambiental –Ementa: Origem, evolução e tendências da responsabilidade social; Ética corporativa e moral: conflitos e contradições nas práticas organizacionais; O que é (e o que não é) responsabilidade social; Responsabilidade social como estratégia nos negócios das empresas; Estratégia de cidadania: Declaração dos Direitos Humanos, Declaração de Durban e Metas do Milênio; Estratégia de sustentabilidade: Agenda XXI e Carta da Terra; Estratégia de governança e de qualidade: Balança Social ( modelos Ibase ), Indicadores Ethos e GRI; Diretrizes de Conformidade da International Standards Organization - ISO 26000 - Indicadores e medidas da responsabilidade social; Como todos pode contribuir para a RS no negócio das Empresas; Casos de sucesso e casos contraditórios de responsabilidade social.

2. Gerenciamento dos Resíduos Sólidos – Ementa: Legislação ambiental aplicada e normas ABNT NBR 10004; Classificação de Resíduos: perigosos, comuns, recicláveis; Impactos ambientais, custos e vulnerabilidades da destinação e do gerenciamento incorretos dos resíduos; Coleta seletiva – como evitar problemas, quais as vantagens socioeconômicas e ambientais, passo a passo; Educação Ambiental e a técnica dos quatro ‘erres’: repensar, reduzir, reaproveitar e reciclar; gerenciamento de resíduos no contexto da gestão ambiental; as principais alternativas de destinação final, tratamento, incineração, co-processamento, disposição em aterros urbanos e industriais; a relação entre o gerenciamento adequado de resíduos, mudanças climáticas e créditos de carbono; A reciclagem industrial.

3. Serviços ambientais, ética e cidadania – Ementa: A ação humana sobre o ambiente; Serviços ambientais ou serviços dos ecossistemas?; Saúde e doença; A importância do debate e da apropriação dos Planos Diretores e Lei Orgânicas.

4. Licenciamento Ambiental – Ementa: Conceitos básicos aplicados ao Licenciamento Ambiental; Legislação Ambiental aplicável ao Licenciamento Ambiental; Sistema Nacional do Meio Ambiente: atribuições e aspectos analisados no licenciamento em cada órgão do sistema; Procedimentos para o Licenciamento Ambiental; Instrumentos de Gestão Ambiental: Monitoramento Ambiental; Outorga de Direito de Uso da Água/relação com o licenciamento; Fiscalização Ambiental, Lei de crimes ambientais; Licenciamento Ambiental: Tipos de Licença, objetivo, características das licenças ambientais; Atividades Sujeitas ao Licenciamento; Critérios e Normas para o Licenciamento; Ferramentas de auxílio ao processo de licenciamento (EIA/RIMA, PCA, PRAD,TAC, etc); Noções de Auditoria Ambiental.

Clique aqui para se matricular no Curso de Gestão Ambiental
Para mais informações.
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MAIS INFORMAÇÕES: www.rebia.org.br/cursos
Local de realização dos cursos: Rua Lemos Cunha, 485 – Icaraí, Niterói, RJ - Parceria com a CRIAR Oficinas de Estudo – (21) 2704-0012 ou 2611-4825
Data e hora: aos sábados, de 9h às 17h10min

Desconto: 10% para: (1) associados da REBIA; (2) assinantes da REVISTA DO MEIO AMBIENTE; (3) PAGAMENTOS À VISTA; (4) para quem se inscrever em mais de um curso!

Forma de pagamento: O pagamento poderá ser feito através de: (1) depósito em conta no Banco Itaú, na agência 6105-1 c/c 12983-4 em nome da parceira da REBIA, Associação Ecológica Piratingaúna; (2) pela LOJA DA REBIA, no www.portaldomeioambiente.org.br através do PAGSEGURO, podendo ser parcelado em até 3 (três) vezes sem juros pelo seu cartão; (3) através de cheques pré-datados direto na sede do CRIAR, à Rua Lemos Cunha, 485, Icaraí, Niterói, RJ, sendo o primeiro no ato da inscrição.

Confirmação da Reserva: envie o comprovante de pagamento (casos fora do PAGSEGURO) por telfax (21) 2717-1046 e confirme com Márcia Sudano (das 8 h às 18h) ou pelo e-mail cursospresenciais@rebia.org.br ou compareça ao CRIAR - Rua Lemos Cunha, 485, Icaraí, Niterói, RJ. As vagas são limitadas às primeiras 25 pessoas que confirmarem o pagamento do sinal ou da primeira mensalidade.

Pré-requisito para participar do curso: Nível Superior ou Nível Médio
Seleção: através da entrega de Currículo antecipadamente para análise, a fim da coordenação traçar o perfil da turma e confirmar o nível médio ou superior do candidato.
Início das aulas: O início dos cursos está previsto para quando se completarem as primeiras 25 candidatos que confirmarem pagamento.

Metodologia: Este curso será ministrado de forma presencial e as aulas ocorrerão aos sábados, de 9 às 17h10min. A metodologia aplicada neste curso deverá promover motivação a debates sobre as principais questões inerentes ao assunto do curso e dar ênfase em casos concretos, reproduzindo, ao máximo, situações reais por que passam os profissionais da área e o seu modo de proceder.

Coordenação:
- Geral: Vilmar S.D.Berna – Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente – www.escritorvilmarberna.com.br
- Administrativa-financeira: Márcia Sudano - marciasudano@hotmail.com
- Pedagógica: Ricardo Harduim - harduim@prima.org.br

Docentes:

ANNE MENEZES - Gestora Ambiental cursando pós-graduação em Educação Ambiental; Coordenadora do Projeto de reciclagem de óleo vegetal em instituições de ensino da COOTRANITS - Cooperativa dos Trabalhadores de Niterói e São Gonçalo; Membro do IFEC - Instituto Interamericano de Fomento à Educação, Cultura e Ciência.

EDSON CUNHA - Geólogo pela UERJ, especialista em Geologia e Geofísica Marinha, mestre em Sensoriamento Remoto e MBA em Desenvolvimento Sustentável. Atualmente é geólogo pleno da Petrobras, lotado no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CENPES). Tem experiência na área de Geociências e Comunicação, Desenvolvimento Sustentável, Divulgação Científica e Responsabilidade Social, atuando principalmente nos seguintes temas: amazônia, arqueologia, educação patrimonial, comunicação, divulgação científica, gestão ambiental, gestão de projetos socioambientais, Agenda 21 e sensoriamento remoto.

FABRÍCIO FONSECA ÂNGELO - Jornalista, mestre em Ciência Ambiental pela UFF e especialista em Informação Científica e Tecnológica pela Fiocruz. Colaborador voluntário da Revista do Meio Ambiente, Revista Digital Envolverde e da revista norte-americana Equatorial Press. É moderador do Fórum REBIA Nacional.

GUSTAVO DA S. D. BERNA - Biólogo marinho com pós-graduação em meio ambiente na Coppe/UFRJ e especialização em educação ambiental (MMA) e gerenciamento de resíduos (FIRJAN), superintendente executivo da REBIA – Rede Brasileira de Informação Ambiental.

INÊS SANTOS DE OLIVEIRA - Bióloga especializada em gerenciamento de resíduos e cursando pós-graduação em meio ambiente na Coppe/UFRJ, professora de AIA – Avaliação de Impactos Ambientais no Curso Grafitte (Niterói), assistente técnica da REBIA – Rede Brasileira de Informação Ambiental.

MIGUEL JORGE - Filósofo, pós-graduado em Meio Ambiente, Ecologia Humana e Sustentabilidade, Secretário Parlamentar no primeiro governo Lula.

RICARDO HARDUIM - Biólogo especialista em Tecnologia Educacional, Ciências Ambientais e Administração Escolar; Professor de Biologia e Química do Governo do Rio de Janeiro; Coordenador Geral da OSCIP PRIMA - Mata Atlântica e Sustentabilidade; Presidente da Diretoria Executiva da REBIA.

ROBERTO ROCHA - Médico veterinário, mestre em Educação Ambiental, professor da Universidade Estácio de Sá, aposentado pela FEEMA – Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente, especialista em primatas e quelônios

SUZANA RAMINELI - Publicitária, pós-graduanda em Gestão Ambiental e em Biologia Marinha; Diretora de Comunicação da ONG Bioética.

Observações:

* Sala de Aula equipada com Data Show (projetor) e Ar condicionado. Inclui, além da participação no curso: 1 CD exclusivo com material didático; 2 coffee-breaks; 1 certificado de conclusão.

* A desistência e cancelamento da inscrição, com a devolução do correspondente valor pago, só poderá ocorrer até cinco dias antes do início do curso. A falta de pagamento de qualquer das parcelas que totalizam o valor do curso implicará na perda dos direitos referentes ao curso (freqüência e certificado de conclusão) e perda dos valores já pagos.

* A REBIA se reserva o direito de cancelar o curso se não houver o número mínimo de inscrições (25 alunos por curso) que viabilize sua realização.

* Todos os cursos aqui descritos poderão ser realizados “in company” para as empresas e instituições interessadas.
________________________________________

INSCRIÇÕES: (21) 3021-7771/7681-3334 com Marcia Sudano@rebia.org.br ou pessoalmente no CRIAR - Rua Lemos Cunha, 485, Icaraí, Niterói, RJ

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

PROJETO TUDO ENCAIXA

Em Cumbe, município a 96 km de Aracaju, surgiu em 1998 uma iniciativa para geração de renda e resgate social, movida pela organização
não-governamental Sociedade Sócio-Ambiental do Baixo S. Francisco - Canoa de Tolda, entidade sem fins lucrativos.

A idéia foi posta em prática através do Programa Pró-Sertão, do Nutrac (Núcleo de Trabalho Comunitário de Sergipe) da Secretaria de Estado da Agricultura, do FIDA (Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola), com o apoio da Prefeitura Municipal de Cumbe.

O projeto tem como objetivo oferecer às comunidades do interior a possibilidade de uma renda alternativa, aproveitando a mão-de-obra juvenil ociosa e desqualificada. Baseia-se numa proposta de educação ambiental, em que conceitos sobre a importância da reciclagem são transmitidos à comunidade, através da sensibilização, treinamento e comercialização dos produtos.

O projeto nasceu da necessidade de obter embalagens, em especial algum tipo de caixa ou sacola, que valorizassem o artesanato confeccionado pelos grupos de produção que participam dos projetos do PRÓ-SERTÃO (Programa de Apoio às Famílias de Baixa Renda da Região Semi-Árida de Sergipe). Nesse sentido foi criado o Grupo de Produção de Papel Reciclado, formado atualmente por 13 adolescentes (entre 16 e 19 anos de idade) da própria comunidade, tendo como pré-requisito estarem matriculados numa das escolas do município.

O grupo está organizado como associação, trabalhando diariamente em horários variados, de acordo com a disponibilidade de cada um e com cargos e funções definidas.

O trabalho consiste na criação de objetos utilitários e de decoração para instituições públicas, privadas, comércio e até casas e condomínios. Hoje são produzidos cestos para lixo, cestos para roupa, porta-revistas, bolsas, chapéus, etc., com boa aceitabilidade no mercado nacional e internacional.


CONTATO:

Ashton Vital Brazil - Canoa de Tolda
Rodovia Ver. João Alves Bezerra, 555 - Povoado de Areia Branca
CEP 49099-400 - Aracaju (SE) - Tel: (79) 9887526 ; Fax: 2241327
e-mail: claudia_ashton@zipmail.com.br
http://www.geocities.com/Eureka/Promenade/5400