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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

II Seminário População Negra e Saúde Mental (RJ)

Com base na Política Nacional de Saúde Mental, que tem como um dos seus desafios a promoção da equidade e nas recomendações da Política Nacional de Saúde Integral da População, será realizado no dia 05 de outubro de 2010, o II Seminário População Negra e Saúde Mental do Município do Rio de Janeiro.

Local: Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - Rua São Francisco Xavier 524, Maracanã - Auditório 53 (5º Andar)

Inscriçãoes: fernando.nova@smsdc.rio.rj.gov.br, guimar.mac@gmail.com, ou pelo telefone (21) 22737398

Público Alvo: Gestores, profissionais, estudantes de saúde mental e sociedade civil.

Programação:

8:00 - Credenciamento

9:00h - Mesa de Abertura

9:30h - Comunicações:
  1. A construção do racismo no Estado Brasileiro
  2. Raça, racismo e saúde
11:00h - Painel "Impactos do Racismo na Saúde Mental"
  1. Biblioterapia: uma nova atuação no enfrentamento do racismo
  2. A força dos estereótipos: dificuldades para a expressão de outros modos de existência
  3. Ecos do silêncio: algumas reflexões sobre uma vivência de racismo
13:00h - Brunch

14:00h - Painel 2 "Caminhos da Equidade: Política Nacional de Saúde Integral da
População Negra e sua interface com a Política Nacional de Saúde Mental "
  1. Política Nacional de Saúde Integral da Populaçã Negra
  2. Política Nacional de Saúde Mental
  3. As políticas e o controle social
16:00 - Propostas

16:30 - Encerramento

Realização: Instituto de Psicossomática Psicanalítica Oriaperã, Rede Nacional de Religiões Afro-brasileiras e Saúde, Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro

Apoio: Conselho Regional de Psicologia/RJ e Comitê Técnico de Saúde da População
Negra da SMSDC/RJ.

Comissão Organizadora: Marco Antonio C. Guimarães, José Marmo da Silva, Adriana
Soares Sampaio, Louise Silva, Maria da Conceição Nascimento, Monique Miranda,
Tânia Viana

Esse seminário faz parte da Mobilização Nacional Pró-Saúde da População Negra.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

I Curso de Pós Graduação Latu Senso em Terapia Ayurveda no RJ - UFRJ

APRESENTAÇÃO: A iniciativa de realização deste curso de Pós Graduação em
Terapia Ayurveda surgiu da reflexão a respeito da necessidade de expandir a
formação do aluno interessado nas práticas integrativas voltadas para a
prevenção e promoção de saúde como também Profissionais da Área de Saúde e
afins, através do uso das terapias ayurvédicas.

Esta pós graduação terá como objetivo o aprofundamento da formação do
profissional na prática clínica para aumentar o leque de ferramentas
terapêuticas que permitirão uma intevenção mais efetiva junto às pessoas.

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PÚBLICO ALVO: A oferta será de 40 vagas para profissionais da área de saúde
e áreas afins, com curso de graduação reconhecido pelo MEC e que atendam às
exigências da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e do Curso de
Pós Graduação Latu Senso em Terapia Ayurveda.

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LOCAL DE REALIZAÇÃO DO CURSO: Escola de Comunicação da UFRJ - Campus Praia
Vermelha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

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CARGA HORÁRIA GLOBAL: 360 horas

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DURAÇÃO: 18 meses, de setembro de 2010 a março de 2012

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DATA DE INÍCIO: 22 de setembro de 2010 (confirmada), às quartas feiras de
17:00 às 21:00 horas

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Princípios Básicos da Terapia Ayurveda,
Semiologia: Diagnóstico do desequilíbrio segundo a filosofia do Ayurveda,
Prática Clínica,
Terapêutica natural do Ayurveda,
Massoterapia e métodos de uso dos óleos vegetais,
Metodologia de Pesquisa.

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CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DO CURSO:
Terá direito ao Certificado de Conclusão do Curso de Pós Graduação Lato
Senso em Terapia Ayurveda, o participante com frequência mínima de 85%,
conceito por disciplina A, B ou C e aprovação no Trabalho de Conclusão de
Curso - TCC

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MENSALIDADE:
R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais)

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INFORMAÇÕES:
Professora Dalva de Castro - UFRJ
dalvadecastro@gmail.com
21 9945.7484

Dr. Aderson Moreira da Rocha
aderson@infolink.com.br
21 9358.9127
21 2537.3251

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

TRANSFORMAÇÃO DO DNA


O Novo Ser, o DNA e as mudanças celulares.

Entrevista do Dr. Berrenda à Patrícia Resch

Dr. Berrenda Fox, doutorado em Fisiologia e Naturopatia, provou através de exames de sangue que algumas pessoas têm, realmente, desenvolvido novas seqüências de DNA. As suas pesquisas fornecem evidências de mudanças no DNA e nas células. A seguir, uma entrevista realizada por Patrícia Resch com o Dr. Berrenda Fox, onde ele explica o processo evolutivo pelo qual está passando a humanidade através da relação com as mudanças no DNA...



Patrícia Resch: Berrenda, conte-nos um pouco sobre sua experiência.


- Sou doutorado em Fisiologia e Naturopatia. Durante meu treinamento na Europa também estive envolvido com a mídia e ainda continuo, em filmes e gerenciamento. Como você sabe, estou trabalhando com a Rede de Televisão Fox, a fim de trazer um pouco de entendimento sobre extraterrestres e seu papel no que está acontecendo com a humanidade no momento atual. Os mais conhecidos são ''Sightings' ' e ''Arquivo X''.



Patrícia Resch: Quais são as mudanças que estão ocorrendo neste momento no planeta e como nossos corpos têm sido afetados?


-Existem grandes mudanças, mutações que não ocorriam, de acordo com geneticistas, desde quando, supostamente, saímos da água. Há alguns anos atrás na cidade do México houve uma convenção de geneticistas de todo o mundo e o tópico principal foi a mudança no DNA. Nós estamos fazendo uma mudança evolucionária, embora não saibamos em que vamos nos transformar.



Patrícia Resch: Como está mudando o nosso DNA?


-Todas as pessoas têm uma hélice dupla de DNA. O que estamos descobrindo é que existem outras hélices que estão sendo formadas. Na hélice dupla, existem duas seqüências de DNA enroladas em uma espiral. Meu entendimento é o de que iremos desenvolver doze hélices. Durante este tempo, que parece ter começado talvez entre 5 e 20 anos atrás, temos sofrido uma mutação. Esta é a explicação


científica.... É uma mutação da nossa espécie em algo para o qual o resultado final ainda não é conhecido. As mudanças não são conhecidas publicamente porque a comunidade científica sente que isso amedrontaria a população. De qualquer forma, as pessoas estão mudando a nível celular.


NT: Estamos atualmente na 5ª Raça Aria e nos desenvolvendo para a 6ª Raça rumo à última e 7ª raça, mais translúcida e, portanto, menos densa. Tal qual a 1ª raça humana. A 3ª raça foi a Lemuriana e a 4ª a Atlante.


Estou trabalhando atualmente com três crianças que possuem três hélices de DNA. A maioria das pessoas sabe e sente isso. Muitas religiões têm falado sobre a mudança e sabem que ela ocorrerá de diversas formas....


Nós sabemos que é uma mutação positiva, mesmo que fisicamente, mentalmente e emocionalmente possa ser mal compreendida e assustadora.



Patrícia Resch: Estas crianças estão demonstrando alguma característica diferente de outras crianças?


-São crianças que podem mover objetos através da sala apenas se concentrando neles ou podem preencher copos com água apenas ao olhá-los. Elas são telepatas. Você quase pode considerá-las como parte angélicas ou super-humanas, mas elas não são. Eu acho que elas são aquilo no qual estaremos nos tornando durante as próximas décadas...



Patrícia Resch: Você acha que isso ocorrerá com todos nós?


-Parece que a maioria das pessoas que nasceu antes de 1940 não são capazes de fazer a mudança, mas começaram alguma coisa para a geração seguinte, dando a ela a capacidade de formar outra hélice durante seu tempo de vida. Nossos sistemas imunológico e endócrino são a maior evidência destas mudanças.


Esta é uma das razões pela qual trabalho com pesquisas em testes imunológicos e terapia. Alguns adultos que testei já têm outra hélice de DNA em formação. Alguns já estão em sua terceira hélice. Estas pessoas estão passando por uma série de mudanças em suas consciências e corpos físicos, porque estas duas coisas são, na verdade, uma só. Na minha opinião, a Terra e todos os que aqui vivem, estão aumentando a sua própria vibração. Muitas das crianças nascidas recentemente têm seus corpos magneticamente mais brilhantes. Aqueles de nós que somos mais velhos e que escolhemos mudar, temos que passar por diversas alterações físicas.



Patrícia Resch: O que provoca mudanças em corpos nascidos com as duas seqüências de DNA normais?


-A maneira mais fácil de mutação em nosso DNA é através dos vírus.


Conseqüentemente, os vírus não são necessariamente maus. Os vírus vivem unicamente em tecidos vivos. Vírus de DNA como Epstein Barr e Herpes no 6 alteram a estrutura celular. O retro virus HIV não é um vírus de DNA. Ao contrário de provocar mutações no corpo, na verdade, ele o devora.


A maioria das pessoas que passa por este processo, como que ressurgindo do outro lado, muda para uma nova profissão, uma nova forma de pensar ou, pelo menos, inicia um novo modo de viver. Embora elas possam se sentir doentes, cansadas, ou algumas vezes desesperançosas, isto na verdade é um dom. Foi dada a elas a chance de mudar sua estrutura de DNA e seu corpo para um corpo mais saudável e brilhante, que poderá mantê-lo na próxima geração. Os anjos que têm sido vistos são sinais de que estamos mudando. Eu entendo que temos até aproximadamente o ano 2012 para completar este processo.



Patrícia Resch: Que outras mudanças podemos esperar?


-Não ocorrerão doenças, não precisaremos morrer. Seremos capazes de aprender nossas lições não através do sofrimento, mas através de prazer e do amor. O sistema antigo desmoronou e isso não poderia ocorrer sem uma grande luta. Então, vocês têm guerras, várias formas médicas de cura não estão funcionando, o governo não está agindo. Vários antigos paradigmas não podem mais existir, embora estejam lutando para manter-se, mas não há dúvidas de que tudo está mudando. Aqueles de nós que escolheram viver neste momento são precursores de quase praticamente uma nova espécie. É humana, embora estejamos ao mesmo tempo manifestando o paraíso na Terra. Estamos recebendo ajuda extra de mestres, extraterrestres, seres angélicos e aprendendo a entrar em nosso íntimo. Quanto mais nos tornarmos capazes de entrar e de ouvir aquela voz interior silenciosa, mais estaremos em sintonia com as mudanças que estão ocorrendo.



Patrícia Resch: Quais são alguns dos efeitos colaterais destas mudanças?


-Com uma mudança celular, você irá algumas vezes sentir como se você não estivesse aqui. Você pode se sentir exausto, porque nós estamos literalmente mudando células e nos tornando novos seres....


Como um bebê, você pode necessitar de muito descanso. Podem ocorrer sintomas como confusão mental e a falta de capacidade de concentração em tarefas rotineiras, já que fomos programados para algo maior. São comuns sofrimento e dores no corpo para os quais não haja nenhuma causa específica. Muitas pessoas sentem como se estivessem ficando loucas. Se estas pessoas forem a um consultório médico ortodoxo, é bem provável que sejam medicadas com Prozac, porque não saberão diagnosticá-las. É difícil para a profissão médica porque eles não estão habituados a lidar com o corpo energético. Como os chakras estão relacionados ao nosso sistema endócrino, as mulheres passarão por mudanças hormonais. Poderão chorar sem saber porque, já que chorar libera hormônios.


Fonte: Publicado no Blog Eu Sou Luz INterior
Colaboração: Paula X

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Alimentos orgânicos em alta, revela pesquisa

De acordo com a pesquisa da Market Analysis, 17,3% dos brasileiros que residem em grandes cidades se dizem consumidores regulares de produtos orgânicos. Pela primeira vez o tema foi incluído no levantamento anual sobre sustentabilidade ambiental e social, realizado pelo instituto desde 2001.

O diretor da Market Analysis, Fabián Echegaray, diz que o resultado ficou acima do imaginado. "Foi uma surpresa porque sempre se acreditou que se tratava de um nicho", comenta. O resultado da pesquisa mostra que há muito mais disposição de comprar esse tipo de produto por parte do consumidor do que se imaginava. "Existe espaço para este mercado crescer e deixar de ser nicho", avalia.

A pesquisa da Market Analysis não teve questões relacionadas a preço, ponto delicado quando se trata de orgânicos, mas levantamentos anteriores indicaram que os consumidores estão dispostos a pagar um pouco mais por produtos que apresentem algum benefício em relação à sustentabilidade. A pesquisa ouviu 802 pessoas entre 18 e 69 anos residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília



Fonte: Valor Econômico / Equipe Malagueta

Vacinação contra gripe H1N1

Vacinação contra gripe H1N1 começa em março

A vacinação contra a gripe H1N1 começa em março, e quem está grávida ou tem filho com idade entre 6 meses e 2 anos deve ficar ligada, pois fazem parte dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde para tomar a vacina, já que são mais vulneráveis à doença. Adultos entre 20 e 29 anos também estão no grupo de risco.

Os grupos prioritários serão vacinados em quatro etapas, entre 8 de março e 7 de maio. Primeiro, serão imunizados os trabalhadores da rede de saúde e a população indígena. Na segunda fase, as gestantes, os portadores de doenças crônicas (obesidade, asma, diabetes, etc) e as crianças de seis meses a dois anos, que receberão meia dose da vacina num dia e a outra metade 21 dias depois. Essa fase começa em 22 de março e vai até o dia 2 de abril. As gestantes deverão levar um atestado médico comprovando a gestação, documento de identidade e carteira de vacinação. Para as crianças, é necessário levar carteirinha de vacinação e certidão de nascimento. Na terceira fase, serão imunizados os adultos de 20 a 29 anos. Os idosos receberão a vacina na quarta fase, que coincide com a vacinação anual contra gripe comum. A expectativa é imunizar pelo menos 62 milhões de pessoas contra a gripe, antes do início do inverno.

A vacina é segura?
O infectologista Milton Lapchik, do Hospital Infantil Sabará, explica que embora a gripe A tenha se mostrado mais agressiva que a gripe sazonal, a dose da vacina é eficaz no controle da doença. “Vários estudos norte-americanos comprovaram que esta vacina é segura em pediatria, os pais não devem se preocupar", destaca o especialista. “Crianças com doenças crônicas como asma, diabetes e doenças cardíacas também devem ser imunizadas, uma vez que a gripe A pode ser mais grave nesses casos. Na dúvida, os pais devem conversar com seus pediatras”.

Segundo o infectologista, a vacina contra o H1N1 começa a valer entre 7 e 14 dias após a sua administração. “Pesquisas também apontaram que ela vale por um ano. Sendo assim, só terá de ser renovada em 2011”, afirma o médico.

Novas regras para Oseltamivir (Tamiflu)
O remédio usado no tratamento da gripe suína, o oseltamivir, será distribuído em postos de saúde apenas com receita e a prescrição médica terá validade de cinco dias. O objetivo é evitar automedicação e venda indiscriminada.

Cuidado sempre!
Em caso de suspeita de gripe na família, não deixe de tomar as medidas de precaução e higiene:
• Lavar as mãos com freqüência e sempre que tossir ou espirrar
• Utilizar lenço descartável para higiene nasal
• Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir
• Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca
• Se surgirem sintomas de gripe (principalmente febre, tosse, dor de cabeça e no corpo), procure o médico mais próximo e não tome medicamento por conta própria.

fonte: Revista Pais e Filhos

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Testes para uso de comprimidos de insulina

Estudo com voluntários na Alemanha testa comprimido de insulina



A empresa farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk relata ter iniciado teste de um comprimido de insulina que, se bem sucedido, poderia substituir as injeções como o principal meio de controle de açúcar no sangue de milhões de pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2. A empresa tem 80 voluntários inscritos no estudo na Alemanha, e espera ter resultados preliminares para o primeiro semestre de 2011.

A busca para encontrar uma maneira de fornecer insulina sem a inconveniência de agulhas, canetas e bombas é longa. Este novo experimento vem quase três anos após a Pfizer Inc. retirar do mercado a Exubera, insulina inalada, depois de não conseguir conquistar os pacientes e profissionais de saúde.

Qualquer método que envolve a administração de insulina por via oral, deve superar os efeitos nocivos da saliva e dos sucos digestivos sobre a insulina, que é relativamente de estrutura molecular delicada. O problema é manter o hormônio intacto até que possa chegar longe o suficiente no sistema para entrar na corrente sanguínea. A nova abordagem usa um sistema de “entrega” patenteado, chamado tecnologia de melhoramento de permeação gastrointestinal (GIPET), que ajuda o intestino a absorver a insulina.

A pílula, fortemente revestida, fica protegida até chegar ao duodeno, a primeira seção do intestino delgado, logo após o estômago. Lá, como a pílula começa a se dissolver, os promotores de absorção aceleram a passagem da droga através da membrana das células e entrada na corrente sanguínea.

Em 20 estudos clínicos de uma série de drogas, a GIPET aumentou a absorção de fármacos em até 46 vezes. O novo teste irá investigar a segurança da liberação da droga e eficácia, bem como a tolerância à insulina fornecida na forma oral.

Apesar dos resultados preliminares serem esperados para 2011, caso tudo ande bem, a empresa podera começar a comercializar o produto em 6 anos, segundo o diretor Lars Sorensen.

Outras empresas também parecem interessadas no assunto. Kiran Mazumdar-Shaw, Diretor da Biocon, maior empresa de biotecnologia da Índia, anunciou em setembro, em uma entrevista em Kuala Lumpur, que pretende iniciar a produção comercial de uma pílula de insulina no prazo de 18 meses. O hormônio é administrado por via oral, e está no final das três fases de estudos em pacientes que as agências geralmente exigem, para aprovação de medicamentos.

Fontes:

Patrick Totty. Novo Enters Phase 1 Test of an Insulin Pill. Diabetes Health, Dec. 24, 2009. Disponível em: http://www.diabeteshealth.com/read/2009/12/24/6494/novo-enters-phase-1-test-of-an-insulin-pill-/

Toni Clarke and Ben Hirschler. Novo Nordisk makes progress with oral insulin. Reuters. Disponível em: http://www.reuters.com/article/idUSTRE5AA3R420091111

Michelle Fay Cortez. Novo Starts First Insulin Pill Test in Bid to Replace Injection. Bloomberg.com. Disponível em: http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601124&sid=a3qc_2S67XHc

Traduzido e adaptado por Mark Barone

Fonte : http://blog.adj.org.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Três mudanças de hábitos para consumir menos açúcar hoje

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A quantidade de açúcar que você consume tem muito a ver com a forma como seu paladar foi educado. Uma amiga, cujo avô era diabético, acostumou-se a tomar suco de frutas sem açúcar, pois assim eram os hábitos de sua família. Há também quem sempre serviu porções generosas de açúcar e por isso não abre mão desse alimento por nada.

Com isso, incluem calorias extras e desnecessárias em dezenas de lugares. Se você ainda briga com o costume de colocar colheres demais de açúcar onde for possível, veja como substituir os alimentos carregados de sacarose por versões mais amigas da sua cinturinha:

Troque o cappuccino por um expresso – Bebidas à base de café podem se tornar tão calóricas quanto milk-shake quando são adicionadas a elas chantili, chocolate, chips etc. Para não consumir essas calorias sem ter conhecimento, que tal simplificar sua escolha e optar pelo bom e velho café expresso?

Opte pelas versões com zero açúcar sempre que possível – Foi-se o tempo que bebidas diet tinham gosto amargo e eram enjoativas. Hoje, quase todas as bebidas, dos refrigerantes aos chás gelados e sucos, têm versões com calorias limitadíssimas. Por isso, deixe de lado aquela mania de tomar refris e poupe mais de 150 calorias

Chega de turbinar sua sobremesa – É fato que chantili é o máximo – além de deixar muitas saladas de frutas mais atrativas. Mas acrescentá-los a torto e a direto é um desperdício. O mesmo acontece com quem inclui chocolate granulado, xarope e afins nas receitas doces… depois de prontas

(Por Monique dos Anjos) do blog Dieta Nunca Mais

domingo, 6 de dezembro de 2009

Vírus H1N1 chega na Faixa de Gaza

Vírus H1N1 chega na Faixa de Gaza

domingo, 6 de dezembro de 2009 16:05 BRST

GAZA (Reuters) - A gripe H1N1 chegou à Faixa de Gaza, afirmou o Ministério da Saúde no domingo, preocupando palestinos que creditavam a ausência do vírus ao bloqueio do território por Israel.

O ministério disse que cinco pessoas foram diagnosticadas com o H1N1 no sábado. Funcionários do setor de saúde disseram que aparentemente o vírus ainda não tinha chegado à Faixa de Gaza devido ao limite no fluxo de pessoas e bens na região, que é governada pelo Hamas.

"A doença atingiu Gaza", disse o vice-ministro da Saúde da administração local, Hassan Khalaf. "Concluímos um plano nacional para lidar com isso."

Palestinos estavam receosos com o risco de milhares de fiéis que recentemente voltaram da peregrinação a Meca na Arábia Saudita trazerem consigo o vírus para Gaza.

Khalaf recusou-se a confirmar ou negar reportagens de que duas das cinco vítimas confirmadas da gripe H1N1 teriam morrido pela doença.

A gripe H1N1, que surgiu em março, tem sintomas moderados em muitos dos pacientes, mas representa um grande perigo a mulheres grávidas, jovens e pacientes com outros problemas de saúde.

Com a ajuda do Egito, Israel começou a restringir a entrada e saída de bens de Gaza em 2006, depois que o Hamas venceu a eleição legislativa.

O grupo Hamas não reconhece o direito de Israel de existir e permanece comprometido em lutar contra o Estado judeu.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Debate sobre Drogas no Oi Futuro - 8/12


Jornal O Globo e do Viva Rio - debate sobre drogas - 08/12 - Oi Futuro Flamengo

Numa realização do Jornal O Globo e do Viva Rio, e com apoio da Oi Futuro, estaremos realizando o debate que segue abaixo. Aproveito para informar que o site da Comissão Brasileira Sobre Drogas e Democracia(CBDD) já está no ar. O endereço é www.cbdd.org.br.

Também estamos produzindo uma revista eletrônica mensal chamada Antena, um espaço que foi criado para o intercâmbio e a disseminação das diferentes vozes protagonistas do debate nacional e internacional sobre as mudanças nas políticas de drogas. Você pode se cadastrar no próprio site da CBDD. Ou então nos siga no Twitter @drogademocracia.

Livro-reportagem mostram grotões do país

Jornalistas registram política nos grotões do Brasil em livro-reportagem

Poeira, seca e precariedade de recursos. Esse é o cenário escolhido pelos repórteres da Folha de S.Paulo Eduardo Scolese e Hudson Corrêa, que percorreram 30 municípios brasileiros para escrever o “Eleições na Estrada – Jornalismo e realidade nos grotões do País”, livro-reportagem editado pela Publifolha.

A pauta surgiu dos próprios repórteres. O objetivo dos jornalistas era registrar como se dá uma campanha eleitoral em regiões onde água, cimento ou qualquer promessa é moeda de troca na conquista de votos. Lugares onde um só candidato “disputa” uma eleição, sem nenhuma oposição, e onde candidatos “laranjas” se espalham. Grotões que enfrentam problemas em educação, saúde, desmatamento, nepotismo, desemprego, trabalho escravo e coronelismo.

Os jornalistas se aventuraram durante um mês na estrada, cada um dirigindo um carro alugado e seguindo um roteiro diferente. Scolese fez o roteiro Nordeste-Sudeste, saindo de Natal até Brasília para cobrir as campanhas eleitorais no Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará, Piauí, Bahia e Minas Gerais. Hudson Corrêa passou pelo Nordeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil, rodando 8.500 km em 34 dias: de Teresina, seguiu para o interior do Maranhão, depois Pará, Tocantins e Mato Grosso.

Na denúncia de muitas irregularidades eleitorais, alguns candidatos chegaram a ameaçá-los. ”Recebíamos algumas intimidações, como ‘você está no lugar errado, na hora errada’. Outros diziam que andavam armados. Nesses municípios era difícil abordar porque as pessoas não entendem o que você está fazendo, sempre achavam que nós estávamos a serviço da oposição”, explica Corrêa.

Scolese diz que o que mais o surpreendeu foi no município de Mirante, na Bahia. “Encontrei uma família que de tão pobre não tinha nem acesso ao Bolsa Família, não tinham documentos. Foi o momento que me deu uma baqueada na viagem, mas eu tinha que demonstrar que não estava surpreso e tentar conversar com aquelas pessoas normalmente.”, lembra o jornalista, autor e co-autor de outros três livros, “A Reforma Agrária”, “Pioneiros do MST” e “Viagens com o Presidente”.

fonte: Izabela Vasconcelos, de São Paulo

NEPS/FSS/UERJ debate a questão político-assistencial das Drogas

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
FACULDADE DE SERVIÇO SOCIAL
Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Saúde Mental e Atenção Psicossocial
NEPS

ATRAVÉS DO CURSO DE EXTENSÃO EM

POLÍTICA DE SAÚDE MENTAL E ATENÇÃO PSICOSSOCIAL:
PRODUÇÃO DO CUIDADO & FORMAÇÃO CRÍTICA
CONVIDA PARA A AULA-TEMA:
ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL E DROGAS NO CAMPO DA SAÚDE MENTAL HOJE

DATA: 08/12/09
HORÁRIO: 18:30h - 21:30h
LOCAL: AUDITÓRIO 93 - Bloco F - Pavilhão Central João Lyra Filho - UERJ

COORDENAÇÃO: Prof. MARCO JOSÉ DUARTE (FASSO/UERJ, Coordenador do NEPS/UERJ e Supervisor Clínico-Institucional do CAPS/UERJ)

Debatedor:Prof. Dr. ALEXANDRE MAGNO DE CARVALHO (Psicólogo e Prof. do Departamento de Saúde Coletiva/FM/UNIRIO)

Expositores: Prof. Dr. SERGIO ALARCON (Psiquiatra/Assessor para Álcool e Drogas SMS-RJ e Professor da ENSP/FIOCRUZ) e Profra. Dra.TATIANA RANGEL REIS (Assistente Social, Professora da ESS/UFF e Projeto Transversões/UFRJ)

APOIO:

CAPS.UERJ (Centro de Atenção Psicossocial da UERJ)

Associações para Diabéticos - onde encontrar

Centenas de associações trabalham em prol das pessoas com diabetes pelo país. Veja aqui os endereços de algumas destas entidades. Caso sua instituição não conste na lista abaixo, favor enviar um e-mail para faleconosco@portaldiabetes.com.br

Sudeste

Espírito Santo

Associação dos Diabéticos de Vila Velha
Avenida América, 80
Cristovão Colombo/ES
29106-490
Contato: (27) 3391-2234

Minas Gerais

ADI - Associação de Diabetes Infantil.
Rua V, S/N - Conjunto Túnel de Ibirité
30662-210 - Belo Horizonte - MG.
Fone (31) 3382- 0520
www.adibrasil.org.br

Associação de Diabetes de Juiz de Fora - ADJF
R. Antonio José Martins, 130
Centro Juiz De Fora/MG
36036-050
Contato: (32) 3215-2525
E-mail: adjf@nextwave.com.br

Associação dos Diabéticos de Minas Gerais - ADMIG
Av. Antônio Abrahao Caram, 430 – L04
São Luis - Belo Horizonte/MG
31275-000
Contato: (31) 3441-6606/Fax: 34915284
E-mail: Bh.diet@bol.com.br

Associação de Diabéticos de Barbacena
R. Rodolfo De Abreu, 48
Padre Cunha Barbacena/MG
36202-326
Contato:(32) 3331-2203
Dra. Liliana Chevtchouck

Associação De Diabéticos De Uberaba E Vale Do Rio Grande
R. Getulio Guarita, 61
Nossa Senhora Da Abadia – Uberaba/MG
38025-440
Contato: (34) 3321-6952
E-mail: endocrinefmtm@mednet.com.br

Associação Dos Diabéticos De Ouro Preto - ASSODIOP
R. Aleijadinho, 22
Antônio Dias Ouro Preto/MG
35400-000
Contato: (31) 3551-1673
E-mail: assodiop@barroco.com.br

Federação das Associações de Diabéticos do Estado de Minas Gerais
Av. Afonso, 867 10º - Sala 1008
Ed. Acaiaca Centro - Belo Horizonte/MG
30130-905
Contato: (31) 3222-1246
Osmar A. de Barros

Associação dos Portadores de Diabetes de São João Del- Rei
Endereço comercial do diretor: LAPIP Campus Dom Bosco - UFSJ
Praça Dom Euvésio 74 – Praça Dom Bosco
Dom Bosco - São João Del Rei/MG
36301-160
Contato: (32) 3379-2492/3379-2457
e-mail: lapip@ufsj.edu.br

Associação de Diabéticos e Hipertensos de Diamantina
Beco do Alecrim, 25 - Sala 1
Centro - Minas Gerais
39100-000
Contato: (38) 8815-8135
Presidente: Juliano Aguiar
E-mail: julianoass@yahoo.com.br

Associação de Diabéticos de Poços de Caldas
Rua Vereador Amâncio Pereira Caixeta, 29
Campos Elíseos - Poços de Caldas - Minas Gerais
37706-031
Contato: (35) 8808-6221
E-mail: contato@adpc.com.br

Rio de Janeiro

ADCERJ - ASSOCIAÇÃO DE DIABÉTICOS CONSCIENTES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Endereço : Rua JArdim Botânico 700 Sala 509 - Jardim Botânico.
CEP 22.461- 000
E-mail : adcerj@gmail.com

ADIJAL - Associação de Diabéticos Infanto-Juvenil e Adultos
Rua A, 245
V Jardim Campo Grande/RJ
23017-210
Contato: (21) 9925-0384/2413-7950/2416-3507/ 3426-6080
Inácio Limeira
E-mail: inacio@terra.com.br

ASDHIG - Associação de Diabéticos e Hipertensos da Ilha do Governador
R. Antonio Monteiro, 191
Combu - Ilha do Governador/RJ
21921-610
Contato: (21) 2467-3000/2467-8863
E-mail: abelhinhadiet@terra.com.br

Associação de Diabetes do PAM de Del Castilho
Est. Velha da Pavuna, 339
Del Castilho - Rio de Janeiro/RJ
21051-070
Contato: (22) 3361-5793/9901-3454

ADINF - Associação de Diabéticos de Nova Friburgo
R Maximinian Falck, S/N
Perisse - Nova Friburgo/RJ
28613-490
Contato: (22) 2527-6313
E-mail: contato@adinf.com.br ou mpdesingn@mpdesingn.com.br

Associação de Diabéticos do HUPE
Av. 28 DE Setembro, 77
Vila Isabel - Rio de Janeiro/RJ
20551-030
Contato: (21) 2587-6427
Patricia M. C. Osorio Duque
E-mail: patriciaduque@terra.com.br

Associação do Diabético Infanto-Juvenil e Adulto do Hospital Bonsucesso
Av. Londres, 616 - Prédio 6/3º AND – Sl. 309
Bonsucesso - Rio de Janeiro/RJ
21041-030
Contato: (21) 3977-9769/9948-0848

Associação dos Diabéticos de Resende
Av. Cel. Mendes, S/N - Posto de Saúde
Manejo –Resende/RJ
27520-300
Contato: (24) 3354-2901
Antonio Luiz de Paula

Associação dos Diabéticos e Amigos dos Diabéticos de Vassouras
R. Visconde de Araxa, 105 - Anexo da USS
Vassouras - Rio de Janeiro/RJ
27700-000
Contato: (24) 2471-3311

Casa do Diabético
R Francisco Sá, 23 – Sl. 807
Copacabana - Rio de Janeiro/RJ
22080-010
Contato: (21) 2521-5021 (Fax)

Associação Carioca de Diabéticos
R. Mem de Sá, 197
Centro - Rio de Janeiro/RJ
20230-150
Contato: (21) 3390-3373( Cacilda)/2242-2409/2509-0333

Associação dos Diabéticos do PAM Rodolfo Rocco
Av. Adhemar Bibiano, 339 Ala 8/S4
Del Castilho - Rio de Janeiro/RJ
21051-100
Otilia Firmino de Araújo
Contato: (21) 2560-0337 – Ramal: 2132

Associação de Diabetes de Teresópolis
R. Palmira de Oliveira, 19
Teresópolis - Rio de Janeiro/RJ
25956-270
Contato: (21) 2741-2368
E-mail: isaiasjunior@terra.com.br

DIABEST – Centro de Educação em Diabetes e Obesidade
Av. das Américas, 700 - Loja 216 G
Shopping Cittá América - Barra da Tijuca/RJ
22640-100
Contato: (21) 2438-2663
E-mail: esther.pinto@terra.com.br

Associação Médica de Marica
Travessa Climaco Pereira, 327
Centro – Maricá/RJ
24900-000

ADILA - Associação dos Diabéticos da Lagoa
R. jardim Botânico, 501
Hospital da Lagoa – Rio de Janeiro
22470-050
Presidente: Endocrinologista Maria Delzita Neves
Contato: (21) 3111-5274/2529-6887
E-mail: adila01@oi.com.br

ADSG - Amigos Diabéticos de São Gonçalo
R. Victor do Amaral, 119
Gradim – São Gonçalo - RJ
24430-685
Contato: (21) 3248-2208
E-mail: adsj.rj@ig.com.br

São Paulo

Associação de Diabetes Juvenil (ADJ)
Rua Padre Antônio Thomás 213 - São Paulo, SP - CEP: 05003-010
Telefax: (11) 3675-3266, Site: www.adj.org.br , E-mail: adj@adj.org.br

Associação de Diabéticos e Amigos de Adamantina - ADAA
R. Antonio A. P. Malheiros, 910
Adamantina/SP
17800-000
Contato: (18) 3521-2965/3521-3264

Associação dos Diabéticos de Americana - ADAM
R. Albania, 193
V. Sta Maria Americana - SP
13471-690
Contato: (19) 3407-3043

Associação de Diabetes de Ilha Solteira - ADIS
R. Passeio Caracol, 508
Zona Norte - Ilha Solteira/SP
15385-000
Contato: (18) 3742-4370/3742-4805
E-mail: dmwwwisa@projetonet.com.br

Associação de Diabetes de Votorotim - ADIV
R. Antonio Fernandes, 47 - 2º piso
Centro – Votorantim/SP
18110-170
Contato: (15) 3243-4269 (Priscila)
Dr. Mauricio Aguiar de Paula

Associação Educativa dos Diabéticos e Hipertensos de Guarulhos
R. Felizarda Firmino de Andrade, 54
Vila das Palmeiras Guarulhos/SP
07112-010
Contato: 6408-1321 (Marisa Nascimbene)

Associação de Diabetes de Franca
R. Gonçalves Dias, 1885
Estação Franca/SP
14405-196
Contato: (16) 3721-2726/3721-2726

Associação de Diabetes de Jaú
R. Bento Manoel, 491
Centro – Jaú/SP
17201-130
Contato: (14) 3621-3616

Associação de Diabetes de Jundiaí
R. Bartolomeu Lourenço, 233
Centro - Jundiaí
13201-072
Contato: (11) 4256-3158
E-mail: ceadia@terra.com.br

Associação de Diabetes de Lins e Região
ATT: Mario Cattalini
R. XV de Novembro, 805
Junqueira Lins/SP
16403-059
Contato: (14) 3523-8637

Associação de Diabetes de S. Jose do Rio Preto
R. Beny Roquette, 22
JD Nazareth - S. Jose do Rio Preto/SP
15054-190
Contato: (17) 224-4849
E-mail: aposento@ig.com.br

Associação de Diabetes de S. Pedro
R. João Momesso, 494
Nova Estância S. Pedro/SP
13520-000
Contato: (19) 9736-4089
E-mail: jrsacomani@uol.com.br

Associação de Diabetes de Sorocaba
R. Dr. Antonio Marques Flores, 159
Centro – Sorocaba/SP
18035-130
Contato: (15) 3233-9138
E-mail: ads.sor@terra.com.br

Associação de Diabetes de S. Bernardo do Campo - ADISBEC
R. Teles de Menezes, 250
JD Silvina - S. Bernardo do Campo/SP
09791-160
Claudete Munhoz
Contato: (11) 7102-4412/4356-3658 -8539-2215 (OLINDA)
E-mail: claudetemunhoz@hotmail.com

Associação dos Diabéticos de Bauru - ABD
Av. Nações Unidas, 28-40
JD Panorama – Bauru/SP
17012-202
Contato: (14) 3224-2908
Jose Roberto Euleutério
E-mail: j.r.eleuterio@uol.com.br

Associação de Diabéticos e Hipertensos de Guaira
R. DOZE, 718
Guairá/ SP
14790-000
Contato: (17) 3331-2596/3331-6700 (Lucia)

Associação de Diabéticos e Hipertensos de Morungaba
R. Elvira Miano, 50
Morungaba/SP
13260-000
Contato: (11) 4014-6163
E-mail: associacaomorungaba@ig.com.br ou adhm@ig.com.br

Associação de Proteção e Prevenção aos Diabéticos e Hipertensos
Av. Brasília, 160
Indaiá – Caraguatatuba/SP
11674-000
Contato: (12) 3883-2342
ATT: Marco Tola
E-mail: appdiah@ibest.com.br

Associação de Diabetes Sempre Amigos de Indaiatuba
Sede provisoria: Rua Chile, 494- ila Castelo Branco
CEP: 133338-130- Indaituba- SP
Tel: 19-3834-7617/3935-7786/9226-6823
E-mail: apolo_idt2007@terra.com.br

Associação dos Diabéticos da Região do Noroeste Paulista
R. Ribeiro de Barros, 475
Centro – Birigui/SP
16200-000
Contato: (18) 3642-1929/3642-7207
Margareth – (18) 3642-3040 (residência)
E-mail: adj_birigui@uol.com.br ou margareth.vargas@uol.com.br

Associação dos Diabéticos de Pereira Barreto
R. Leo Liedtke, 1828
Pereira Barreto - SP
15370-000
Contato: 3704-5889

Associação dos Diabéticos de Rio Claro
Av .Quarenta, 1023
Santana - Rio Claro/SP
13504-140
Contato: (19) 3534-3147
E-mail: diabetesrc@bol.com.br

Associação dos Diabéticos do ABC
R. Almeida Garreth, 51
V. Guiomar Santo André/SP
09090-470
Contato: (11) 4992-5303/6702-7827
E-mail: adiabc@brfree.com.br

Associação dos Diabéticos do SUS de Taubaté
R. Alcaide Mor Camargo, 100
Centro – Taubaté/SP
12010-240
Contato: (12) 232-2022/232-2020

Associação Prudentina de Diabéticos e Amigos de Presidente Prudente
R. Rui Barbosa, 496 - Fundos
Centro – Pres. Prudente/SP
19030-040
Contato: (18) 221-6973 (Abrao)

Grupo de Apoio ao Individuo com Diabetes de Araraquara - GAIDA
R. La Salle, 283
JD Primavera - Araraquara /SP
14802-384
Contato: (16) 3324-6185 (Silvia)
E-mail: cavalheirosilvia@yahoo.com.br

Grupo de Apoio aos Diabético de Cruzeiro
R. Francisco Novaes, 484
Cruzeiro/SP
12700-000
Contato: (12) 3144-4893

Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
Grupo de Educação em Diabetes
ATT: Maria Lucia
Av. Bandeirantes, 3900
Monte Alegre - Ribeirão Preto/SP
04071-001
Contato: (16) 3602-3473/3602-3467/3602-3428
(16)3633-3271
E-mail: zanetti@eerp.usp.br
Evelin Cury (3610-3636)
E-mail: evelincury@terra.com.br

Associação Nacional de Assistência ao Diabetes - ANAD
R. Eca de Queiroz, 198
V. Mariana - São Paulo/SP
04011-031
Contato: 5549-6704
E-mail: anad@anad.com.br

Sociedade Brasileira de Diabetes - SBD
R. Afonso Brás, 579 - Sl. 72/74
V. Nova Conceição - São Paulo/SP
04511-011
Contato: (11) 3846-0729/3842-4931
E-mail: secretaria@diabetes.org.br

Associação de Diabetes Doces Amigos
R. São Paulo, 311 - Sala 25 – Cubatão – SP
ATT: José Ricardo ou Miriamar Dias
11510-901
Contato: (13) 2101-8045/3363-3401/ 3375-2302
E-mail: diabetes@docesamigos.org.br

Pró Crianças e Jovens Diabéticos ONG-JD
R. Cavalheiro Nami Jafet, 449 – Sl. 1
Centro – Guarujá/SP
11410-280
Telefone: (13) 3355-3129
E-mail: prodiabeticos@terra.com.br

Associação de Apoio aos Diabéticos e Familiares de São Carlos
Universidade Federal de São Carlos – Depto. de Enfermagem
Rodovia Washington Luis, KM 235
13560-000
Contato: (16) 3351-8334 (Gisele Dupas)

Associação de Diabetes de Ribeirão Preto
R. João Penteado, 1209
Jardim Sumaré - Ribeirão Preto/SP
14025-010
Contato: (16) 2101-6166 (Luciene)
(16) 3610-3636/ 8121-0726 (Evelin Cury)
E-mail: evelincury@terra.com.br

Associação Botucatuense de Assistência ao Diabético - ABAD
R. General Telles, 171
Centro – Botucatu/SP
18603-710
Contato: (14) 3815-3244
DRª Bibiana Prada de Colenci
E-mail: abadbtu@hotmail.com

Associação de Diabetes de Sertãozinho
R. Cel. Francisco Shimidt, 1571
Centro – Sertãozinho/SP
14160-000
Contato: (16) 3946-9600
Vereador João Luis Pasquini

Associação Jacareíense de Diabéticos - AJD
R. Arkansas, 67
Jardim Flórida - Jacareí / SP
12321-790
Contato: (12) 3023-7625 ou (12) 3962-2402
Presidente: Maristela Prílíps

Sul

Paraná

ADIM - Associação de Diabéticos de Maringá
Av. Prudente de Moraes, 96
Novo Maringá/PR
87020-010
Contato: (44) 269-7488 (44) 3031-0448
Maria de Fatima Prejoli
E-mail: adimaringa@ig.com.br

APAD - Associação Paranaense de Diabetes Juvenis
Av. Iguaçu, 4263
V Isabel - Curitiba/PR
80240-031
Contato: (41) 244-5081 (41)3244-7711
E-mail: apad@apad.org.br

ADIFI – Associação dos Diabéticos de Foz do Iguaçu
R. JK 85 SL 03 - térreo
Executivo Almirante Tamandare
Centro - Foz do Iguaçu/PR
85857-970
Contato: (45) 3025-0717
E-mail: adifi@snn.net

ADIAB – Associação dos Diabéticos de Apucarana e Região
R. João Candido Ferreira, 530 SL 8
Centro Apucaran/PR
86800-100
Contato: (43) 3422-7329
Vice-presidente: Nadir Almeida Belem

Centro de Diabetes de Curitiba
R. Manoel Eufrásio, 983
Juveve - Curitiba/PR
80540-010
Contato: (41) 3027-3930
Drª Silmara Leite
E-mail: leiteps@uol.com.br

Santa Catarina

ADIJO - Associação dos Diabéticos de Joinville
R. Jaguara, 147
Boa Vista – Joinville/SC
89205-160
Contato: (47) 433-7997/433-6920
E-mail: adijos@ig.com.br

ADVALI - Associação de diabetes do Vale do Itajaí
Rua: Paraíba, 101 Centro
Blumenau Santa Catarina
89012-130
Contato: (47) 3322 2604
Site : www.advali.com.br E-mail: advali@terra.com.br

Associação de Diabetes de S. Joaquim
R. Manoel Joaquim Pinto, 291
S Joaquim/ SC
88600-000
Contato: (49)233-1349/9992-1408
E-mail: pepe@iscc.com.br

Grupo de Apoio ao Diabético
R. Irmã Benwarda, 297
Centro – Florianópolis/ SC
88015-270
Contato: (48) 251-7300

Rio Grande do Sul

ARAD - Associação Rio-Grandense de Apoio ao Diabético
R. Álvares Cabral, 529 – 4º andar
Cristo Redentor - Porto Alegre/ RS
91350-250
Contato: (54) 3343-2857/3343-2857
Presidente: Marcos Menezes
E-mail: aradrs@ig.com.br
aradrs@hotmail.com

Instituto da Criança com Diabetes
ATT: Dr. Balduino Tscheidel
R. Álvares Cabral, 529
Cristo Redentor - Porto Alegre/RS
91350-250
Contato: (51) 3362-7371/3362-7371
E-mail: icd@ghc.com.br

Associação de Diabetes da Região de Bento Gonçalves
Av. Rio Branco, 438
Centro - Garibaldi/RS
95720-000
Contato: (54) 451-6281/ 9106-2713
Vice-presidente: Gilnei Luis Damiani

Associação de Diabetes do Hospital São Jose
R. Cel Cabrita, 124
Centro – Alegrete/RS
97541-250
Contato: (55) 422-4365/ 421-1965
E-mail: marie@via_rs.net

Associação de Diabéticos e Familiares do Vale dos Sinos
R.Brasil 725
Centro - São Leopoldo/RS
93010-030
Contato: (51) 589-7544

Centro-Oeste

Brasília

Associação de Diabetes de Brasília
SGAS Quadra 605, CJ C Lotes 32/33 - Centro de Saúde 6
Setores Complementares
Brasília/DF
70200-650
Contato:(61) 244-2129/244-2129
E-mail: adbdf@aol.com

Programa de Controle e Educação em Diabetes de Taguatinga
Área Especial, 24
Taguatinga – Brasília/DF
72115-000
Contato: (61) 353-1064/351-5135

Goiás

Associação de Diabetes de Anápolis
R. Luiz Schinoor, 514
Maracana Anápolis/GO
75040-160
Contato: (62) 324-9284/ 324-7618

Associação de Diabetes do Sudeste Goiano
R.Procópio Ponciano, 106
Centro Catalão/GO
75707-340
Contato: (64) 3441-4035
E-mail: adisgo@ibest.com.br

Norte

Pará

Associação Casa Do Diabetico
Travessa Muriti, 2743
Marco – Belém/PA
Contato: (91) 3228-2590
Diretor: Rubilar

Nordeste

Bahia


ACAD -Associação Conquistense de Apoio ao Diabético
R. Dois de janeiro, 49
Alto Marou Vitória da Conquista/BA
45000-000
Contato: (77) 9135-3691 (Paulo)
E-mail: acadba@yahoo.com.br (Paulo de Tarso)



Associação do Diabético Carente da Bahia
Ladeira do Carmo, 10 - 2º andar
40301-410 - Salvador/BA
Contato: (71) 3241-5896



Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba)
AV ACM, S/N
Pituba - Salvador/BA
40275-350
Contato: (71)3270-5676/Fax:3253-7463
E-mail: cedeba@saude.ba.gov.br/ ou cedeba@yahoo.com.br



Associação de Diabetes de Itabuna - ASDITA
R. Izolina Guimarães S/N
Centro Itabuna/BA
45600-000
Contato: (73) 3212-3341/(73) 3212-7341
Presidente: Keller Veruschika Matos Brito
Contato: (73) 3212-1245 (residência)/(73) 8824-0503
E-mail: veruschikabrito@yahoo.com.br



Associação de Diabetes de Juazeiro - ADISF
Fátima Carvalho
R. Largo Alegre, 266
João XXIII – Juazeiro/BA
48900-250
E-mail: adisf.juazeiro@hotmail.com



Maranhão


Associação dos Diabéticos do Maranhão - ADIHMA
R. Sete, 130
São Francisco - São Luiz/MA
65076-460
Contato: (98) 3084-3530/3084-9115/3084-0761 (Sr. Acataiasu)
Fax: (98) 268-6506
E-mail: adihua@hotmail.com



Associação Maranhense do Diabético tipo 1- AMAD 1
Cond. Barramar II Bl. 07 – Apt. 302
Calhau - São Luiz/MA
65071-380
Contato: (98) 3227-1580/Fax: 3232-1157
E-mail: ailamaria@superig.com.br ou jarbasborges@superig.com.br


Paraíba


Associação Campinense de Diabéticos
R. João Lourenço Porto, 200
Centro - Campina Grande/PB
58100-620
Contato: (83) 341-2269/ 9307-6830
Daniel Gonçalves


Unidade de Diabetes Oscar Moura
R. Eugenio Neiva, S/N
Treze De maio - João Pessoa/PB
58025-020
Contato: (83) 224-1153

Pernambuco

Clube do Diabético do Cabo
Av. Pres. Vargas, 540
Santo Agostinho/PE
54590-000

APDJ – Associação Pernambucana de Diabéticos Jovens
R. Marques de Valença, 238
Recife/PE
51021-500
Contato: (81) 326-8862/ 325-5433
E-mail: elay@elogica.com.br


Piauí

Associação dos Diabéticos de Teresina
R. Magalhães Filho, 660 - Sul
Centro – Teresina/PI
64001-350
Contato: fabio.oliveira@saudegov.br
Fabio Santana

Rio Grande do Norte


APADI-RN - Associação de Pais e Amigos dos Portadores de Diabetes Tipo I do RN
Av. Coronel Estevam, 1416 - Sala 4
Alecrim – Natal/RN
59037-000
Contato: (84)3223-4427/8803-4960
E-mail: apadi_rn@yahoo.com.br

Sergipe

Centro de Diabetes de Sergipe
R. Guilhermino Resende, 275
São José - Aracaju/ SE
49020-260
Contato: (79) 246-5130/9972-1255 ou (79) 214-1116
E-mail: soterofo@infonet.com.br/www.sotero.med.br


Fonte: ADJ - Associação do Diabetes Juvenil

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Campanha de prevenção de câncer de pele - SP

CAMPANHA NACIONAL DE PREVENÇÃO AO CÂNCER DA PELE MOBILIZA O PAÍS PARA A NECESSIDADE DA PREVENÇÃO SOLAR E ATENÇÃO A SINTOMAS

Mantendo seu compromisso de alertar a população sobre os perigos do câncer da pele, tipo de câncer mais comum no Brasil, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realiza, no dia 5 de dezembro, a 11ª edição de sua já tradicional Campanha Nacional de Prevenção, com cobertura simultânea em 23 estados.

Em São Paulo, os atendimentos serão realizados na capital e mais 15 municípios, por cerca de 980 dermatologistas voluntários. A expectativa é atender aproximadamente 15 mil pessoas em todo o estado.
O câncer da pele é o mais comum no Brasil e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no país. Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), aproximadamente 115 mil brasileiros foram acometidos pela doença em 2008.

Com o objetivo de superar a marca de 43.800 consultas alcançadas em 2008, a entidade inova com a extensão do tempo de campanha de seis para oito horas nos postos de atendimento ao redor do país. Mais uma novidade é o lançamento de um Tour de Prevenção, que acontecerá nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Outra ação pioneira será a tentativa de certificação da campanha pelo Guinness World Records — líder global do setor de recordes mundiais.

“Queremos atestar a campanha da SBD como a maior campanha médica do mundo realizada em um único dia”, destaca o Dr. Omar Lupi, presidente da entidade, informando que todas as medidas já estão sendo tomadas junto ao grupo de fama internacional para que o feito seja alcançado e tenha sua autenticidade reconhecida.

A campanha será realizada das 8h às 16h, ininterruptamente, em hospitais públicos credenciados, postos de saúde e tendas montadas em pontos de grande circulação. Os pacientes serão atendidos pelas equipes médicas e, apresentando suspeita de câncer da pele, serão encaminhados para tratamento totalmente gratuito. Nos postos, estão previstas atividades educativas, como aulas expositivas que trazem orientações sobre fotoproteção e dicas de como suspeitar do câncer da pele. Os endereços dos locais de atendimento poderão ser consultados pelo site da SBD (www.sbd.org.br).

No ano passado, do total de pessoas examinadas, 65,4% confessaram tomar sol sem qualquer proteção e 10,8% foram diagnosticadas com câncer da pele. Cerca de 350 indivíduos, o que corresponde a 0,8% do total, apresentaram melanomas malignos — considerado o câncer da pele mais perigoso, pois está associado a metástases e, consequentemente, a maiores índices de letalidade. De acordo com a Dra. Selma Cernea, coordenadora nacional da campanha, o diagnóstico precoce é determinante para garantir a sobrevida nestes casos e assegurar a escolha do tratamento mais eficaz.

“A exposição excessiva ao sol é o principal fator de risco do câncer da pele. Países como o Brasil estão mais expostos a esse tipo de doença e, por isso, é tão importante oferecer orientação a todos para diminuir a alta incidência e alcançar a cura”, explica a dermatologista, informando que a população de pele clara está mais sujeita ao mal, mas nem por isso representantes de outras etnias devem se descuidar.

TOUR DE PREVENÇÃO

Este ano, a Sociedade Brasileira de Dermatologia também traz um inédito tour de prevenção nos meses de mais calor. Um caminhão volante percorrerá cerca de 10 mil quilômetros do litoral brasileiro, de 5 de dezembro a 7 de fevereiro, circulando por cidades litorâneas como Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Camboriú, Vitória, Vila Velha, Maceió, Aracaju, Recife, Natal, João Pessoa e Salvador.

O caminhão contará com dois consultórios e diversas equipes voluntárias de dermatologistas da SBD, apoiadas por equipes de enfermagem da Sociedade Brasileira de Enfermagem em Dermatologia (Sobende), que irão realizar diagnósticos, entre 9 e 15 horas e fornecer orientação para conscientizar a população sobre os riscos da exposição solar excessiva e a necessidade de utilizar a devida proteção contra os raios UV.

BANCO DE DADOS DO CÂNCER DA PELE

Ao final de todas as atividades relacionadas à Campanha Nacional de Prevenção do Câncer da Pele de 2009, os números de atendimento de cada estado são computados e passam a integrar um banco de dados nacional, segmentado por regiões, sexo, idade e cor. De acordo com a Dra. Selma Cernea, a avaliação dos resultados é ponto muito importante do processo.

“Ao liberar estes números, a SBD contribui para abastecer entidades médicas, autoridades e a sociedade em geral de subsídios para o conhecimento epidemiológico do câncer da pele no país, bem como instrumentação para novas ações preventivas”, diz.

MAIS INFORMAÇÕES

Para mais informações sobre os postos de atendimento em atividade no dia 5 de dezembro, ligue 0800-7013187 ou acesse o site da Sociedade Brasileira de Dermatologia (www.sbd.org.br).

POSTOS DE ATENDIMENTO NO ESTADO DE SÃO PAULO

CAPITAL (12 postos):

- Santa Casa de Misericórdia de São Paulo

- Serviço de Dermatologia do Hospital Heliópolis

- Hospital Israelita Albert Einstein - Unidade Paraisópolis

- Casa de Saúde Santa Marcelina – AME (Itaquera)

- Hospital do Câncer de São Paulo - Departamento de Oncologia Cutânea

- Instituto Brasileiro de Controle do Câncer

- Hospital Beneficência Portuguesa

- Serviço de Dermatologia do Hospital Ipiranga

- Divisão de Clínica Dermatológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

- Hospital do Servidor Público Estadual de SP

- Hospital do Servidor Público Municipal de SP

- Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP EPM



BAURU:

- Instituto Lauro de Souza Lima - Serviço de Residência Médica "Dr. Diltor Wladimir Araújo Opromolla



BOTUCATU:

- Faculdade de Medicina de Botucatu - Departamento de Dermatologia e Radioterapia



CAMPINAS (3 POSTOS):

- Hospital e Maternidade Celso Pierro - PUC Campinas

- Hospital das Clínicas da UNICAMP - Ambulatório de Dermatologia

- Complexo Hospitalar Ouro Verde



CARAGUATATUBA:

- Secretaria Municipal de Saúde de Caraguatatuba - Centro de Saúde II



DRACENA:

- Centro de Saúde Dr. Takashi Enokibara



FERNANDÓPOLIS:

- Santa Casa Fernandópolis



GUARULHOS:

- Complexo Hospitalar Padre Bento - Ambulatório de Dermatologia



JAÚ:

- Santa Casa de Jaú - Serviço de Dermatologia do Ambulatório de Especialidades



JUNDIAÍ:

- Faculdade de Medicina de Jundiaí



MARÍLIA:

- Disciplina de Dermatologia da Faculdade de Medicina de Marília



MOGI DAS CRUZES:

- Departamento de Dermatologia da Universidade de Mogi das Cruzes



OLÍMPIA:

- Posto de Saúde Olímpia



PRESIDENTE PRUDENTE:

- Associação Lar São Francisco de Assis na Providência de Deus



PROMISSÃO:

- Hospital Geral de Promissão



REGISTRO:

- Unidade Básica de Saúde IV - Centro de Saúde



SANTO ANDRÉ:

- Faculdade de Medicina do ABC - Serviço de Dermatologia



SANTOS:

- Hospital Guilherme Álvaro - Fundação Lusíada – UNILUS



SÃO JOSÉ DOS CAMPOS:

- 3º Distrito de São José dos Campos



SÃO JOSÉ DO RIO PRETO:

- Dermatologia do Hospital de Base da Faculdade Estadual de Medicina de São José do Rio Preto



SOROCABA:

- Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba/Policlínica Municipal Dr. Edward Maluf



TAUBATÉ:

- Hospital Universitário de Taubaté - UNITAU

fonte: Sentir Bem

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Pesquisador alemão vê relação entre tráfico de drogas e a elite ...

São Paulo, domingo, 01 de novembro de 2009
Folha de S. Paulo

PARA VON LAMPE, OFERTA REGULADA DE DROGAS A VICIADOS TEM MENOS CUSTOS SOCIAIS; PARA ELE, "CRIMINOSOS PRESTAM SERVIÇOS ÀS ELITES SOCIAIS"

O crime organizado é um "governo do submundo", defende o pesquisador alemão Klaus von Lampe. Ele é autor do livro "Crime Organizado" (publicado na Alemanha em 1999).
Professor de justiça criminal na Universidade da Cidade de Nova York (EUA) e um dos nomes mais respeitados em sua área, Von Lampe estuda a formação e a atuação do crime organizado, sobretudo na Europa. Em entrevista à Folha, ele diz que a violência desencadeada pelo crime é parte de um fenômeno que perpassa alianças, disputas e interesses entre grupos criminosos e também parcelas da elite social.
"Criminosos geralmente prestam serviços às elites sociais", afirma. Reduzir o poder do crime organizado -que chegou a derrubar um helicóptero da polícia, no Rio Janeiro (leia na outra página)- segundo Von Lampe, depende de ações que partam do Estado e da sociedade.

Ele ainda defende, na entrevista abaixo, a descriminalização controlada das drogas, o que, diz, poderia reduzir o tráfico e seus custos sociais.

FOLHA - A legalização do uso de drogas é uma medida eficaz para combater o narcotráfico?
KLAUS VON LAMPE - Em primeiro lugar, não acho, por várias razões, que uma legalização total de todas as drogas seja praticável. O que é mais viável é a descriminalização, juntamente com um alto nível de regulação. Em segundo lugar, o número de consumidores, o impacto negativo sobre eles, os custos sociais do uso de drogas e o volume do tráfico poderiam ser reduzidos significativamente fornecendo o acesso legal às drogas atualmente ilegais. Todas as pesquisas sobre os efeitos da oferta controlada de drogas aos consumidores -como a heroína dada aos viciados em heroína- indicam que isso apresenta mais vantagens que desvantagens.

FOLHA - Que drogas dão mais dinheiro ao crime organizado?
VON LAMPE - Depende do fornecimento, da demanda e dos traficantes de drogas. Quanto mais elevados são a intensidade da aplicação da lei e os custos de transporte, mais elevado será o valor por unidade. Por isso os traficantes colombianos trocaram a maconha por cocaína quando os EUA intensificaram os esforços contra o contrabando na região do Caribe. A maconha era, simplesmente, muito volumosa.

FOLHA - O que sustenta o fluxo do tráfico de drogas?
VON LAMPE - Oferta e procura, e também um número justo de coincidências entre os meios de transporte, os contatos pessoais, as preferências e as habilidades dos traficantes.

FOLHA - No Brasil, organizações como o Primeiro Comando da Capital, em São Paulo, e o Comando Vermelho, no Rio, agem mesmo com vários de seus líderes presos. Como o sistema carcerário e a legislação penal contribuem para o fortalecimento do crime organizado?
VON LAMPE - Há diversos exemplos, historicamente, de organizações criminosas (e, de forma geral, de redes criminosas) que estão sendo formadas dentro das prisões. Isso não é uma surpresa, a prisão é um lugar de encontro para pessoas que pensam de modo parecido. O fenômeno das gangues nas prisões parece ter relação, em parte, com superlotação e conflitos entre os detentos. A solução óbvia seria reduzir a superlotação nas prisões, procurando alternativas ao aprisionamento e/ou expandindo as capacidades do sistema carcerário.

FOLHA - Qual deve ser a responsabilidade do Estado no combate às organizações criminosas?
VON LAMPE - É importante que a pressão na aplicação da lei em criminosos seja elevada. A polícia precisa de determinadas ferramentas de investigação para ser eficaz. Além dos meios repressivos, a polícia e a sociedade devem desenvolver medidas preventivas contra a logística de grupos criminosos, reduzindo as oportunidades para o crime organizado e para os criminosos se estabelecerem e manterem contatos com outros criminosos.

FOLHA - Sua tese de doutorado trata do conceito americano de "crime organizado". Como nasceu o crime organizado nas sociedades modernas? A vida urbana foi fundamental para isso?
VON LAMPE - Eu examinei o conceito de crime organizado, que foi consistentemente usado no discurso político sobre o crime desde 1919, começando em Chicago [EUA]. Mas ele não é confinado necessariamente aos ambientes urbanos.

FOLHA - Em áreas dominadas pelo tráfico de drogas em cidades como o Rio de Janeiro, organizações criminosas têm influência na comunidade local. Pode haver mudanças na percepção social do crime dentro e fora da área controlada?
VON LAMPE - Traficantes de drogas controlando um território são um problema que, acho, precisa ser visto sob diferentes ângulos. É preciso focar membros individuais, a gangue e seus símbolos, o contexto situacional de lugares de encontro, o transporte, o armazenamento e a venda das drogas. É preciso identificar os problemas sociais que conduzem à tolerância e à aceitação de traficantes de drogas em comunidades, a ponto de serem imitados pelos jovens. Não há nenhuma solução aplicável de maneira geral. É preciso sempre olhar a situação específica.

FOLHA - Como funciona a estrutura de poder do crime organizado?
VON LAMPE - Há diferentes manifestações do crime organizado. Na maior parte da Europa Ocidental, o crime organizado está ligado ao fornecimento de mercadorias e serviços ilícitos, e atividades como fraude, roubo, saque e extorsão. Em algumas regiões da Europa e dos EUA, esses crimes ocorrem no contexto de um "governo do submundo", isto é, estruturas mais ou menos formalizadas que controlam e regulam atividades ilegais. Normalmente, nesses casos, os criminosos são forçados a compartilhar seus lucros ilegais com os grupos que se especializam no uso da violência e podem receber, em retorno, benefícios como proteção. Às vezes, há uma sobreposição entre empresas ilegais e o "governo do submundo" -por exemplo, quando membros de uma família da máfia na Sicília (Cosa Nostra) estão envolvidos no tráfico de drogas. Às vezes, os grupos começam como empresas ilegais e procuram ganhar o controle sobre um território. Eles estabelecem então
um monopólio ou licenciam as atividades de outros criminosos. Por exemplo, um grupo do tráfico permite a um número limitado de indivíduos vender drogas em um determinado território. Em algumas regiões da Europa -e, historicamente, também nos EUA- há uma aliança entre o mundo e o submundo. Os criminosos colaboram com políticos e homens de negócios. Tais alianças emergem quando os governos e a sociedade civil são fracos. Os interesses particulares e políticos são perseguidos, mesmo violando a ordem legal e constitucional existente. Criminosos geralmente prestam serviços às elites sociais. Quando essas alianças se rompem, como no caso do cartel de Medellín [na Colômbia] e da máfia siciliana no começo dos anos 90, as elites políticas e dos negócios prevalecem no conflito militar subsequente, porque as elites sociais podem fazer todo o uso de recursos estatais (incluindo a polícia e as Forças Armadas).

FOLHA - Quais são as diferenças entre o crime organizado na Europa e nos Estados Unidos?
VON LAMPE - As organizações criminosas na Europa e nos EUA se enquadram em três categorias amplas: empresas ilegais, associações criminosas e "governo do submundo".
Empresas ilegais, como grupos que realizam tráfico de drogas, tendem a ser pequenas e encaixadas em redes criminosas maiores.
Associações criminosas fornecem status e sustentação mútua e atendem, indiretamente, atividades econômicas ilícitas dos seus membros.
Elas regulam o comportamento entre os membros, como uma associação profissional, e podem desenvolver uma estrutura hierárquica.
"Governos do submundo" precisam ter uma estrutura hierárquica para evitar o conflito interno e trabalhar efetivamente. Eles também precisam ser reconhecíveis.
Em muitos casos, isso é conseguido por meio de alguns símbolos.
Associações criminosas podem funcionar como "governos do submundo".
Em contraste, as demandas na estrutura da organização são bastante diferentes para empresas ilegais e outras formas de organização criminosa, de modo que elas raramente aparecem como uma organização.

fonte: EUCLIDES SANTOS MENDES, da Redação