quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Crise na Imprensa

Fim da Editor & Publisher mostra um novo lado da crise na imprensa

Postado por Carlos Castilho em 21/12/2009 às 09 12:04:51



A revista norte-americana Editor & Publisher, em circulação há 124 anos, deixará de existir, tanto na versão impressa como na online, a partir de janeiro de 2010 em conseqüência de queda de receitas publicitárias, um fenômeno que já causou a morte de mais de 200 publicações nos Estados Unidos, desde 2007.

E&P foi a bíblia jornalística de várias gerações de profissionais no mundo inteiro porque foi a primeira publicação dedicada exclusivamente à produção de jornais e revistas impressas, tanto pelo lado das redações como do lado corporativo e industrial. Sua saída do mercado mostra que a crise do modelo de negócios baseado em receitas de anúncios publicitários não funciona mais nem nas publicações especializadas voltadas a um leitor específico.

A empresa Nielsen, que controlava a Editor & Publisher decidiu desfazer-se de todas as suas revistas, em sua maioria voltadas para públicos segmentados nas áreas de jornalismo, publicidade, relações públicas e produção fotográfica. Todas encontraram comprador menos a E&P, mostrando que o jornalismo definitivamente deixou de ser atrativo para os investidores financeiros.

Em Wall Street, empresas jornalísticas são agora consideradas “micos” entre as corretoras da bolsa pois muitos bancos acabaram assumindo títulos podres de jornais, revistas, emissoras de rádio e até de TV, que foram obrigados a jogar a toalha no ringue financeiro por causa da migração massiva da publicidade e do público em direção à Web.

O desaparecimento de uma revista com uma história tão longa e uma enorme experiência acumulada torna meridianamente claro que as empresas jornalísticas já não podem esperar nenhum tipo de apoio de grupos financeiros. O capital de credibilidade e o título já não valem mais nada e o único que pode ser vendido são os bens imobiliários.

Mais do que nunca, o futuro da imprensa depende agora do leitor que passou a ser o principal interessado na manutenção dos jornais, revistas, sites na Web, emissoras de rádio e até de TV que o mantém informado e capacitado a sobreviver ao caos noticioso gerado pela internet.

Pode parecer um exagero ou até um delírio meu, mas o fato é que os principais pensadores da era digital, como o holandês Mark Deuze[1] já não têm mais dúvidas em afirmar que estamos passando de uma era baseada na produção para outra ancorada no consumo. O novo conceito de cidadania não se expressa mais nos direitos dos indivíduos dentro do sistema de produção de bens e serviços, mas na nova realidade do cidadão monitor, que é obrigado a escolher para poder sobreviver no mar de ofertas criado pela automação, digitalização e globalização econômica.

Antes a escolha era algo individual porque a oferta de bens era escassa. Hoje, as decisões têm que ser tomadas com base em coletivos porque o individuo não pode mais saber de tudo. Vejamos um exemplo simples: antes escolher um telefone era meramente uma questão de preço e gosto. Hoje, só de aparelhos celulares há mais de 400 modelos no mercado.

O consumidor só pode tomar uma decisão baseando-se nas opiniões e conselhos de outros consumidores, porque sozinho ele é incapaz de obter todas as informações necessárias, salvo se dedicar tempo integral à atividade, o que é inviável.

Este mesmo processo está acontecendo no âmbito da imprensa. Temos hoje uma super-oferta de informação e não dá mais para esperar que apenas um jornal ou revista http://www.themediaconsortium.org/thebigthaw/nos dêem tudo o que precisamos. E o público também já está se dando conta de que depende cada vez mais da diversidade informativa para encontrar o que precisa ou deseja.

É aí que está um dos dilemas atuais da imprensa: abandonar a pretensão de ser a única fonte de informação do seu público para assumir novas funções que terão de ser desenvolvidas junto com os leitores, ouvintes, telespectadores e internautas. É o que preconiza o estudo The Big Thaw (O Grande Degelo), divulgado em julho de 2009 e que pretende ser um roteiro para a busca de novos modelos de negócio para a imprensa.

fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br


[1] Detalhes no capítulo Future of Citizen Journalism, do livro Citizen Journalism, Global Perspectives – Peter Lang Editors, New York, 2009

Editais para produção de conteúdo audiovisual

MinC e EBC abrem inscrição de três editais voltados à produção de conteúdo audiovisual

O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) abrem inscrição de três editais voltados à produção de conteúdo audiovisual. São eles: Brasília 50 anos, Curta Criança, e Longa DOC. As inscrições vão até 25 de janeiro de 2010.

Brasília 50 anos - o edital vai apoiar com R$ 400 mil a produção de um documentário inédito sobre o tema: Brasília 50 Anos - da Construção à inauguração, com 52 minutos de duração. As inscrições vão até 25 de janeiro de 2010. Os projetos deverão ser inscritos por empresa brasileira de produção independente. Será permitida a inscrição de apenas um projeto por
empresa produtora.

Confira o edital<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/brasilia-50-anos.pdf>
, requerimento<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo-i-requerimento-bsb-50-anos-2.doc>
, currículo diretor<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo-ii-curriculo-diretor-bsb-50-anos.doc>
, portifólio<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo-iii-portfolio-empresa-bsb-50-anos.doc>
, orçamento<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo-iv-orcamento.xls>
, conta<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo-v-autorizacao-conta-2.doc>
, termo de compromisso<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo-vi-termo-de-compromisso-bsb-50-2.doc>

Curta Criança - o edital vai apoiar com R$ 70 mil a produção de 13 obras audiovisuais inéditas, de curta metragem, dos gêneros ficção ou documentário em ação direta ou animação, com temática voltada à infância, com duração de 12 minutos. As inscrições estão abertas até 25 de janeiro de 2010. A temática utilizada para o desenvolvimento das obras deve ser dirigida ao
público infantil, com faixa etária de quatro a oito anos.

Confira o edital<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/curta-crianca.pdf>
, requerimento<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo-i-requerimento-de-inscricao-curta-crianca.doc>
, currículo<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo-ii-curriculo-edital-curta-crianca.doc>
, termo de compromisso<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo-iii-termo-curta-crianca.doc>
, orçamento<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo-iv-orcamento-curta-crianca.xls>
.

Longa DOC - o edital vai apoiar com R$ 600 mil cinco obras inéditas de longa-metragem, do gênero documentário, que serão exibidas em salas de cinema digital e teledifusão pela EBC/TV Brasil, canal internacional da EBC, Internet e emissoras associadas da Rede Pública de Televisão. O período de inscrição também é até 25 de janeiro.

Confira o edital<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/longa_doc.pdf>
, anexo I<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo_i_longa_doc.doc>
, termo de adesão<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo_ii_termo_de_adesao_longa_doc.doc>
, requerimento<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/anexo_iii_requerimento_longa_doc1.doc>
, contrato de produção<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/contrato_coproducao_anexo-iv.pdf>
, contrato de distribuição<http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2009/12/contrato_distribuicao_anexo_v.pdf>

Fonte: MinC <http://www.cultura.gov.br/site>

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Os telhados verdes estão na moda!

O charme dos telhados verdes


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As coberturas vegetais servem para amenizar os efeitos do aquecimento global, além de brindarem a paisagem das cidades com a beleza e o frescor da natureza

Por Joana Gontijo

O crescimento da densidade demográfica na grandes cidades fez aumentar, ao longo do tempo, a utilização do concreto na arquitetura, que contribuiu em parte significativa para o aquecimento global. Mesmo em espaços pequenos, uma alternativa conhecida desde os nossos ancestrais começa a aparecer nos centros urbanos como meio de ajudar na melhoria do clima e na preservação do meio ambiente: as coberturas vegetais. Os telhados ainda são partes das edificações muito pouco exploradas num projeto arquitetônico. Além de sua função básica de proteção, eles também podem ser aproveitados como superfície de captação das águas pluviais, mas agora são usados para se plantar gramíneas e/ou outras plantas de pequeno porte.

Os ecotelhados ou tetos verdes, assim como as paredes verdes, começam a se espalhar pelo mundo como soluções que utilizam jardins e gramados em substituição às tradicionais coberturas de telhas, laje, folhas de aço, dentre outras, que geralmente cobrem as edificações. Ainda que em experiências esparsas, os impactos conceituais já saltam aos olhos.

Na Europa, por exemplo, alguns países como Alemanha e Suíça adotaram leis para garantir que ao menos uma parte dos telhados das novas edificações sejam plantados. Outros exemplos também aparecem no Japão, no México, na Bolívia, em Cuba, nos EUA, e começam a chegar no Brasil, para citar apenas alguns locais. Isto porque, em cidades muito adensadas, os tetos verdes acabam por cumprir a função que antes tinham as superfícies hoje pavimentadas, absorvendo parte das águas das chuvas (um teto verde absorve aproximadamente 70% da água captada, liberando-a aos poucos), evitando enchentes pela saturação das galerias de águas, melhorando a qualidade do ar, reduzindo os níveis de CO2 e de poeira do ar, liberando vapores de água e contribuindo para a redução dos efeitos de ilhas de calor.

O isolamento térmico propiciado pelas camadas vegetais permite um ambiente interno mais agradável e diminui a reflexão e absorção de calor nas coberturas, baixando assim a temperatura emanada do espaço. As coberturas verdes funcionam bem tanto em clima quentes como em climas frios, pois a camada vegetal, além de absorver a radiação, atua como uma manta térmica.

Outras vantagens dos tetos verdes são o isolamento acústico, a resistência ao fogo e sua longevidade: eles dificilmente necessitam de manutenção e reparos. Coberturas desse tipo também criam lindos efeitos estéticos e podem contribuir para integrar as edificações com a paisagem em áreas menos exploradas.

Para se fazer um teto verde há algumas especificidades técnicas que devem ser observadas: a estrutura do telhado (deve se levar em conta o peso do conjunto saturado pela água), a inclinação, a membrana de impermeabilização e anti-raíz, o sistema de drenagem, a espessura e o tipo de substrato, assim como as espécies a serem plantadas.

A escolha das espécies em jardins deste tipo deve ser criteriosa: além da preocupação básica em utilizar plantas que tenham raízes não agressivas, as condições de vida são extremamente específicas no que diz respeito à profundidade de solo, umidade, exposição ao sol, ventos, etc. Um bom planejamento, a utilização de novos materiais e tecnologias, o ajuste fino entre os projetistas são condições essenciais para o sucesso destes jardins, que serão cada vez mais freqüentes em nossas cidades.

Veja fotos de ecotelhados

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Fonte: Bendia - Jornal dos Amigos Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / O Estado de Minas .

Livro da Semana - O papel do jornal e a profissão de jornalista

O papel do jornal e a profissão de jornalista

Alberto Dines

Editora: Summus Editorial

Publicação: 2009

Resenha:

O livro lançado há 35 anos ganha nova versão, atualizada, ampliada e revisada, mas não deixa de destacar os preceitos da primeira edição: a ética e o interesse público no exercício da profissão de jornalista. A obra faz parte da coleção ‘Novas buscas em Comunicação’.

Sobre o autor:
Alberto Dines é um dos mais respeitados jornalistas do Brasil. Em 50 anos de carreira, foi editor do ‘Jornal do Brasil’ e diretor da sucursal do jornal ‘Folha de S. Paulo’, no Rio de Janeiro. Trabalhou para o Grupo Abril em Portugal e mais recentemente fundou o site ‘Observatório da Imprensa’, que hoje conta com edições no rádio e na TV.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Em cartaz, Puccinelli

Os cartazes que o Greenpeace instalou no aeroporto de Copenhague (Dinamarca), onde acontece a conferência climática global, com faces envelhecidas de presidentes pedindo escusas por não terem agido contra o aquecimento do planeta, inspirou ambientalistas no Mato Grosso do Sul.

No estado, o alvo é o governador André Puccinelli (PMDB). Como mostrou O Eco (veja abaixo), seu governo tenta aprovar um "zoneamento ecológico-econômico" abrindo portas do Pantanal e da Bacia do Alto rio Paraguai a plantios e usinas de cana de açúcar. O manifesto é distribuído por e-mails e veiculado em páginas e blogs na Internet.

Mas Puccinelli parece inabalável. Conforme noticiou o Campo Grande News, empolgado com a ampliação do aeroporto de Campo Grande, o governador "deu um cutucão em gente que anda tirando seu sono". “Daqui a 5 ou 10 anos, Mato Grosso do Sul vai virar uma potência, que se cuidem os índios, quilombolas e o MST”.



Fonte: www.oeco.com.br



Confecom termina com avanços para a Comunicação no Brasil

Terminou nesta quinta-feira, dia 17, a I Conferência Nacional de Comunicação, da qual participaram 1,6 mil delegados representando o Poder Publico, os movimentos sociais e o empresariado do setor. A Conferência aprovou mais de 700 propostas que, em seu conjunto, representam avanços para a regulação das comunicações brasileiras, entre elas algumas apresentadas pela delegação da EBC.

Na avaliação de todos os segmentos, a conferência foi vitoriosa pela sua própria realização. Nos três primeiros dias, os delegados dividiram-se em 15 Grupos de Trabalho, nos quais foram aprovadas terminativamente – obtendo 80% dos votos ou mais – quase 700 propostas consensuais.

A Confecom não é uma instituição legislativa, servindo suas conclusões para orientar os poderes Executivo e Legislativo na adoção de medidas para torna-las realidade. Agora, esta será a etapa subseqüente. As propostas aprovadas na Confecom integrarão o Caderno de Propostas que será encaminhado a diferentes instâncias do Poder Executivo e ao Congresso Nacional.

Do total de mais de 1,4 mil propostas, 601 foram aprovadas nos GTs, sendo que 532 por consenso e 69 delas obteve 80% de aprovação entre os integrantes dos grupos.

As 129 propostas que não obtiveram índice de aprovação nos GTs foram encaminhadas para a plenária. Algumas foram rejeitadas. Para o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, a conferência foi um sucesso. Durante entrevista à NBR, ele disse que a Confecom construiu convergências a partir de pontos de vistas diferentes e colocou, de forma definitiva, a questão da Comunicação Social na agenda do País.

_ O atual marco regulatório do setor é velho, tem mais de 50 anos”, afirmou Franklin Martins para quem a realização da Confecom mostrou a todos que o país quer e vai discutir a comunicação no Brasil.

Entre as propostas da EBC que foram aprovadas destacam-se a que intituir o projeto Operador de Rede Digital Pública e a que prevê a distribuição eqüitativa, entre os setores estatal, privado e público, dos canais digitais a serem consignados. Uma outra prevê a definição formal dos conceitos de “estatal, publico e privado” que aparecem no artigo 223 da Constituição Federal, prevendo o equilíbrio entre os três na distribuição de canais de radiodifusão.

Para o setor privado, o grande avanço foi a garantia da livre iniciativa com concorrência, evitando os males do monopólio e da concentração. Os movimentos sociais garantiram emendas importantes, como a destinação dos recursos do Fust para a universalização de serviços como telefonia e acesso à Internet, a regulamentação da rede digital da Cidadania, a redução da participação do capital estrangeiro nos meios de comunicação, de 30% para 10%, garantias da exibição de conteúdos que tratam de minorias e segmentos que expressem a diversidade social, cultural e étnica, a volta da exigência do diploma de jornalismo para o exercício da profissão e a regulamentação do Conselho Nacional de Comunicação Social.

fonte: http://www.tvbrasil.org.br

Chanuká - A festa das luzes em Copacabana

Feliz Chanuká! Happy Chanukah! Happy Hanukkah A festa das Luzes Copacabana Posto 4 Rio de Janeiro

Feliz Chanuká! Happy Chanukah! Happy Hanukkah A festa das Luzes Copacabana Posto 4 Rio de Janeiro por SeLuSaVa.
Um imenso candelábro está na praia de Copacabana, em comemoração ao Chanukah, também conhecida como festa das luzes, lembra a reconquista da liberdade religiosa e a preservação da identidade judaica. banda varda

Nesta festa comemora-se a vitória militar dos Macabeus sobre o domínio Grego e ao mesmo tempo expressa uma reivindicação espiritual, pois apesar da inferioridade das condições dos Judeus frente ao inimigo poderoso, conseguiram derrotá-los com heroísmo.

No candelábro montado a cada dia será acesa uma lâmpada (vela) até que se completem às 8 fazem parte do ritual. Uma menorá de Chanuká tem oito braços

A festa acontece simultaneamente em várias cidades do mundo como Paris, Veneza, Londres e Moscou. Este ano a celebração veio com o tema:
“Que as luzes da chanukah iluminem os caminhos da paz, da solidariedade e da tolerância.”

www.chanuka2009.com/

Hanerot halálu ánu madlikin al hateshuot, veal hanissim, veal haniflaot, sheassíta laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê, al yedê cohanêcha hakedoshim. Vechol shemonat yemê Chanuká, hanerot halálu côdesh hem, veen lánu reshut lehishtamesh bahen, êla lir'otan bilvad, kedê lehodot ul'halel leshimechá hagadol, al nissêcha, veal nifleotêcha, veal yeshuotêcha.

Nós acendemos estas luzes em virtude das redenções, milagres e feitos maravilhosos que realizaste para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época, por intermédio de Teus sagrados sacerdotes. Durante todos os oito dias de Chanuká, estas luzes são sagradas, e não nos é permitido fazer qualquer uso delas, apenas mirá-las, a fim de que possamos agradecer e louvar Teu grande nome, por Teus milagres, Teus feitos maravilhosos e Tuas salvações.

chanuquiá mezuzá kislev

fonte: http://www.flickr.com/photos/selusava/4183619246/